Gorycz £ez Nektaru Wiecznoœci...
Ból jak wraca zabija m¹dre myœli
Miliony cierpieñ ku chwale ludzkoœci
Stworzonych na podobieñstwo prawdy
Bez prawa akceptacji
Nienawidzê pustki, oszukiwania czasu
Nienawidzê uczuæ - przedstawienie za kurtyn¹
Walka bez ofiar, p³acz wiecznego szczêœcia
Miliony uœpionych cz¹stek gin¹ w bezmiarze harmonii
Fa³szem samotnoœci ¿yj¹c
Nie odchodŸ w milczeniu, walka ju¿ przegrana
Nikt nie ma prawa ciê do tego zmuszaæ
Nie ufaj nigdy wszystkim swym myœlom
Nie krzycz, twórcy chaosu czekaj¹ na œmieræ
Nie p³acz, ³zy s¹ nektarem wiecznoœci
Zostañ, nie czas umieraæ, porzuciæ cia³o
Poddaæ siê podle, odp³yn¹æ st¹d
Nie znaj¹c uczuæ i mylnie wierz¹c,
¯e ju¿ czas na s³one ³zy
Nie czas odchodziæ, oszukaæ zmys³y
Poddaæ siê podle, spierdoliæ st¹d
Patrzeæ na siebie i mylnie wierz¹c,
¯e ju¿ czas na s³one ³zy
Potêga przepaœci odleg³ych œwiatów
Wielkoœæ wspólnego, mrocznego kosmosu
Pogañskie imperium w harmonii z wszechœwiatem
Broni swej dumy, tradycji, kultury i praw
Gorycz ³ez nektaru wiecznoœci
Têsknota za obcym œwiatem bogów
Pogañskie imperium w harmonii z wszechœwiatem
Broni swej dumy, tradycji, kultury i praw
Los jest najwiêkszym k³amc¹ egzystencji
Wiara jest tylko pustk¹ nadziei
Nie ka¿dy jest zdrajc¹ myœli
Istnienie w imiê wy¿szej idei przetrwania
Ból jak wraca zabija myœli
Miliony cierpieñ ku chwale ludzkoœci
Stworzonych na podobieñstwo prawdy
Bez prawa akceptacji przesz³oœci ...
Amargura do Néctar da Eternidade...
A dor que volta mata pensamentos sábios
Milhões de sofrimentos pela glória da humanidade
Criados à semelhança da verdade
Sem direito à aceitação
Odeio o vazio, a ilusão do tempo
Odeio sentir - a peça atrás da cortina
Luta sem vítimas, choro da felicidade eterna
Milhões de partículas adormecidas se perdem no imenso da harmonia
Vivendo na falsidade da solidão
Não vá embora em silêncio, a luta já está perdida
Ninguém tem o direito de te forçar a isso
Nunca confie em todos os seus pensamentos
Não grite, os criadores do caos esperam pela morte
Não chore, as lágrimas são o néctar da eternidade
Fique, não é hora de morrer, abandonar o corpo
Submeter-se de forma covarde, afastar-se daqui
Sem sentir nada e acreditando erroneamente,
Que já é hora de lágrimas ensolaradas
Não é hora de partir, enganar os sentidos
Submeter-se de forma covarde, se mandar daqui
Olhar para si mesmo e acreditando erroneamente,
Que já é hora de lágrimas ensolaradas
O poder do abismo de mundos distantes
A grandeza do cosmos sombrio e comum
Império pagão em harmonia com o universo
Defende seu orgulho, tradições, cultura e direitos
Amargura das lágrimas do néctar da eternidade
Saudade de um mundo estranho dos deuses
Império pagão em harmonia com o universo
Defende seu orgulho, tradições, cultura e direitos
O destino é o maior mentiroso da existência
A fé é apenas um deserto de esperança
Nem todos são traidores dos pensamentos
Existência em nome de uma ideia superior de sobrevivência
A dor que volta mata pensamentos
Milhões de sofrimentos pela glória da humanidade
Criados à semelhança da verdade
Sem direito à aceitação do passado ...