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Cuspindo na Sua Vaidade, Cão!

Arkona (Pol)

Plujê Na Tw¹ Marnoœæ Psie!

Czycham na Ciebie, czuwam nad umar³ym
Oddechem z czu³o¶ci ¶mierci
Plujê na Tw± marno¶æ psie!
Plujê na Tw± nico¶æ psie!
Plujê na Tw± wiarê psie!
Plujê na Tw± wieczno¶æ psie!
Nie chcê, aby¶ by³ nawet w moich my¶lach!
Dorwê Ciê i opêtam, duszê i cia³o
Plujê na Tw± marno¶æ psie!
Plujê na Tw± nico¶æ psie!
Plujê na Tw± wiarê psie!
Plujê na Tw± wieczno¶æ psie!
Ca³a Twoja wolno¶æ jest gówno warta
Nikt Ciê nie ujrzy, bo nikt Ciê nie wykopie
Zginiesz w spokoju, aby¶ spoczywa³ wiecznie
Le¿±c bez prawa ¶mierci, nie gotowy by umrzeæ
Nadchodzi czarna mg³a, by zatopiæ Twój egoizm
Zakopany tak g³êboko, nikt nie o¿ywi Twego cia³a
Opuszczony przez gwiazdy, nie wierzy³e¶ w ich znaki
Bogowie tylko straszyli, ok³amali Twój umys³
Zaklinam Twoj± nico¶æ, Twoje puste podstawy
Niewolniczej wiary panuj±cej od wieków
Ju¿ nied³ugo czas, musi zatrzymaæ siê
Dla k³amstw i ograniczenia
Umieraj tylko ¶wiadomie!
Wskrzeszam dla Ciebie prawa zakazane
Zatopione w czelu¶ci dogmatu ukrytej niewoli
Plujê na Tw± marno¶æ psie!
Plujê na Tw± nico¶æ psie!
Plujê na Tw± wiarê psie!
Plujê na Tw± wieczno¶æ psie!
To ci siê nale¿y za to
¯e spojrza³e¶ komu¶ w oczy
W moje oczy!
Plujê na Tw± marno¶æ psie!
Plujê na Tw± nico¶æ psie!
Plujê na Tw± wiarê psie!
Plujê na Tw± wieczno¶æ psie!
¯e spojrza³e¶ komu¶ w oczy
W moje oczy!
Plujê na Tw± marno¶æ psie!
Plujê na Tw± nico¶æ psie!
Plujê na Tw± wiarê psie!
Plujê na Tw± wieczno¶æ psie!

Cuspindo na Sua Vaidade, Cão!

Estou de olho em você, vigiando o morto
Com a respiração da morte carinhosa
Cuspindo na sua vaidade, cão!
Cuspindo na sua nulidade, cão!
Cuspindo na sua fé, cão!
Cuspindo na sua eternidade, cão!
Não quero que você esteja nem nos meus pensamentos!
Vou te pegar e te dominar, alma e corpo
Cuspindo na sua vaidade, cão!
Cuspindo na sua nulidade, cão!
Cuspindo na sua fé, cão!
Cuspindo na sua eternidade, cão!
Toda a sua liberdade não vale nada
Ninguém vai te ver, porque ninguém vai te desenterrar
Você vai morrer em paz, para descansar eternamente
Deitado sem o direito à morte, não pronto para morrer
Uma névoa negra vem para afundar seu egoísmo
Enterrado tão fundo, ninguém vai ressuscitar seu corpo
Abandonado pelas estrelas, você não acreditou nos sinais delas
Os deuses só te assustaram, enganaram sua mente
Eu amaldiçoo sua nulidade, suas bases vazias
A fé escravizante que reina há séculos
Logo vai chegar a hora, tem que parar
Para as mentiras e limitações
Morra apenas conscientemente!
Ressuscito para você as leis proibidas
Afundadas nas profundezas do dogma da escravidão oculta
Cuspindo na sua vaidade, cão!
Cuspindo na sua nulidade, cão!
Cuspindo na sua fé, cão!
Cuspindo na sua eternidade, cão!
Você merece isso por ter
Olhado nos olhos de alguém
Nos meus olhos!
Cuspindo na sua vaidade, cão!
Cuspindo na sua nulidade, cão!
Cuspindo na sua fé, cão!
Cuspindo na sua eternidade, cão!
Por ter olhado nos olhos de alguém
Nos meus olhos!
Cuspindo na sua vaidade, cão!
Cuspindo na sua nulidade, cão!
Cuspindo na sua fé, cão!
Cuspindo na sua eternidade, cão!

Composição: