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Sombras de Outono Aguardando a Próxima Reencarnação

Arkona (Pol)

Jesienne Cienie Czekaj¹ce Na Kolejn¹ Reinkarnacjê

Jesienne cienie
W sercu masz strach i niepokój
W duszy nienasycone dreszcze
W ka¿dym p³on±cym spojrzeniu
Ch³ód i zimno jak jesienne deszcze
W ciele zarodnia zarazy jest ju¿ tak dojrza³a
Nie masz si³y na tak± zdradê za grzechy marnej skazy
¦wiat wiecznej zguby po¿era mnie jak oszala³y
Dzwony bij± ostatni± z ostatnich chwil
Jesienne cienie
Za mroczna przystañ w nocy s³abo widoczna
Kieruje losem naszego dzie³a
Tak samo giniesz w tym samym czasie
To tylko gra o sobie, o w³asne my¶li
Egoistyczny proces przetrwania
Nigdy nie my¶l, ¿e potem ju¿ nic
Egoizm zwycie¿y
Egoizm! Bo król ka¿e sci±æ, sprawiedliwie Ciê os±dzi
To Twoja walka w przyja¼ni
I król Twym s³ug± jest, a potem krok w czary
Chwilami widzê jak we mgle
Balsamy piêkna i brzydoty
Te koszmary, te wyra¼ne kontury
Widzê patrzê na to bez ochoty
Topnieje œnieg a woda rze¼bi
O³tarze ¿ycia na martwej ziemi
Odchodzi lato, powraca ch³ód
Zanika rado¶æ, wiruje zi±b
Chwilami krwi± obmarzn± rêce
W kraty zmieniaj± obraz przysz³o¶ci
Topnieje mi³o¶æ,wraca otêpienie
Jesienne cienie budz± siê do ¿ycia
Cmentarze zasypa³ bia³y ¶nieg
A ci którzy tu s±, to dawno ich nie ma

Sombras de Outono Aguardando a Próxima Reencarnação

Sombras de outono
No coração, você tem medo e inquietação
Na alma, arrepios insaciáveis
Em cada olhar ardente
Frio e gelado como as chuvas de outono
No corpo, a semente da praga já está madura
Você não tem força para essa traição por pecados de uma mancha medíocre
O mundo da eterna ruína me devora como um louco
Os sinos tocam o último dos últimos momentos
Sombras de outono
Um porto tão escuro, mal visível à noite
Dirige o destino da nossa obra
Assim como você morre ao mesmo tempo
É apenas um jogo sobre si mesmo, sobre seus próprios pensamentos
Um processo egoísta de sobrevivência
Nunca pense que depois já não há nada
O egoísmo vencerá
Egoísmo! Pois o rei ordena a execução, te julga com justiça
Essa é sua luta na amizade
E o rei é seu servo, e depois um passo para a magia
Às vezes vejo como na névoa
Balsamos de beleza e feiura
Esses pesadelos, esses contornos nítidos
Vejo e olho para isso sem vontade
A neve derrete e a água esculpe
Altares da vida na terra morta
O verão se vai, o frio retorna
A alegria desaparece, a nevasca gira
Às vezes, mãos congeladas de sangue
As grades mudam a imagem do futuro
O amor derrete, a apatia retorna
Sombras de outono despertam para a vida
Os cemitérios estão cobertos de neve branca
E aqueles que estão aqui, há muito já não estão.

Composição: