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As Lágrimas Amargas do Néctar da Eternidade

Arkona

Gorycz £ez Nektaru Wiecznoœci(The Bitter Tears Of The Nectar Of Eternity)

Ból jak wraca zabija m¹dre myœli
Miliony cierpieñ ku chwale ludzkoœci
Stworzonych na podobieñstwo prawdy
Bez prawa akceptacji
Nienawidzê pustki, oszukiwania czasu
Nienawidzê uczuæ - przedstawienie za kurtyn¹
Walka bez ofiar, p³acz wiecznego szczêœcia
Miliony uœpionych cz¹stek gin¹ w bezmiarze harmonii
Fa³szem samotnoœci ¿yj¹c
Nie odchodŸ w milczeniu, walka ju¿ przegrana
Nikt nie ma prawa ciê do tego zmuszaæ
Nie ufaj nigdy wszystkim swym myœlom
Nie krzycz, twórcy chaosu czekaj¹ na œmieræ
Nie p³acz, ³zy s¹ nektarem wiecznoœci
Zostañ, nie czas umieraæ, porzuciæ cia³o
Poddaæ siê podle, odp³yn¹æ st¹d
Nie znaj¹c uczuæ i mylnie wierz¹c,
¯e ju¿ czas na s³one ³zy
Nie czas odchodziæ, oszukaæ zmys³y
Poddaæ siê podle, spierdoliæ st¹d
Patrzeæ na siebie i mylnie wierz¹c,
¯e ju¿ czas na s³one ³zy
Potêga przepaœci odleg³ych œwiatów
Wielkoœæ wspólnego, mrocznego kosmosu
Pogañskie imperium w harmonii z wszechœwiatem
Broni swej dumy, tradycji, kultury i praw
Gorycz ³ez nektaru wiecznoœci
Têsknota za obcym œwiatem bogów
Pogañskie imperium w harmonii z wszechœwiatem
Broni swej dumy, tradycji, kultury i praw
Los jest najwiêkszym k³amc¹ egzystencji
Wiara jest tylko pustk¹ nadziei
Nie ka¿dy jest zdrajc¹ myœli
Istnienie w imiê wy¿szej idei przetrwania
Ból jak wraca zabija myœli
Miliony cierpieñ ku chwale ludzkoœci
Stworzonych na podobieñstwo prawdy
Bez prawa akceptacji przesz³oœci...

As Lágrimas Amargas do Néctar da Eternidade

A dor que volta mata pensamentos sábios
Milhões de sofrimentos pela glória da humanidade
Criados à semelhança da verdade
Sem direito à aceitação
Odeio o vazio, a ilusão do tempo
Odeio sentir - a apresentação atrás da cortina
Luta sem vítimas, choro da felicidade eterna
Milhões de partículas adormecidas se perdem no imenso da harmonia
Vivendo com a falsidade da solidão
Não parta em silêncio, a luta já está perdida
Ninguém tem o direito de te forçar a isso
Nunca confie em todos os seus pensamentos
Não grite, os criadores do caos esperam pela morte
Não chore, as lágrimas são o néctar da eternidade
Fique, não é hora de morrer, abandonar o corpo
Submeter-se de forma covarde, afastar-se daqui
Sem sentir nada e acreditando erroneamente,
Que já é hora de lágrimas ensolaradas
Não é hora de partir, enganar os sentidos
Submeter-se de forma covarde, se mandar daqui
Olhar para si mesmo e acreditando erroneamente,
Que já é hora de lágrimas ensolaradas
O poder do abismo de mundos distantes
A grandeza do cosmos sombrio e comum
Império pagão em harmonia com o universo
Defende seu orgulho, tradições, cultura e direitos
A amargura das lágrimas do néctar da eternidade
Saudade de um mundo estranho dos deuses
Império pagão em harmonia com o universo
Defende seu orgulho, tradições, cultura e direitos
O destino é o maior mentiroso da existência
A fé é apenas um deserto de esperança
Nem todos são traidores dos pensamentos
Existir em nome de uma ideia superior de sobrevivência
A dor que volta mata pensamentos
Milhões de sofrimentos pela glória da humanidade
Criados à semelhança da verdade
Sem direito à aceitação do passado...

Composição: