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Banalidades

Arlindo Convento Filho

Coisas tão banais
Poesia do dia a dia
Versos tão iguais
Que repito com maestria

Castelos ficam vazios
Inundam a minha alma
De súbitos arrepios
Roubam da calma a plenitude!

Não fosse esta simplicidade
Certamente estaria mudo
Não veria a felicidade
Lamentaria a existência de tudo!

Composição: Arlindo Convento Filho