Corre, Lucero
(Corre, lucero ligero, corre veloz)
(Corre, lucero ligero, corre veloz)
(Corre, lucero ligero, corre veloz)
(Corre, lucero ligero, corre veloz)
Corre, lucero ligero, corre veloz
No te detengas, mira que es la última vez
Que tus cascos pisarán el verde del prado
Los vagos del río, la yerba del monte se divisa un hombre
Que acumula en su nombre progreso y con eso él hará una gran ciudad
(Corre, lucero ligero, corre veloz)
(Corre, lucero ligero, corre veloz)
Volarán los gorriones con que jugeteabas
Ya no habrá pino con olor a viento
Ni el arroyo claro que arrullaba tus sueños de niño
El jilguero, tú y yo, tenemos que migrar
(Corre, lucero ligero, corre veloz)
(Corre, lucero ligero, corre veloz)
(Corre, lucero ligero, corre veloz)
(Corre, lucero ligero, corre veloz)
Dejaremos de ver el color de la Luna cuando se refleja en la clara laguna
Vamos, el hombre viene, y a su paso nada se detiene
Tu pradera será el lugar de una gran ciudad
(Corre, lucero ligero, corre veloz)
Corre, lucero ligero, corre veloz
No te detengas, mira que es la última vez
Y pensar que era tuya toda la llanura
Y que eras tan libre como lo es el viento
Pero no hay remedio, hay que darle lugar a las gentes
Aunque ellas harán de tu hogar una gran ciudad
(Corre, lucero ligero, corre veloz)
(Corre, lucero ligero, corre veloz)
Volarán los gorriones con que jugeteabas
Ya no habrá pino con olor a viento
Ni el arroyo claro que arrullaba tus sueños de niño
El jilguero, tú y yo, tenemos que migrar
(Corre, lucero ligero, corre veloz)
(Corre, lucero ligero, corre veloz)
(Corre, lucero ligero, corre veloz)
(Corre, lucero ligero, corre veloz)
Corre, Estrela
(Corre, estrela ligeira, corre veloz)
(Corre, estrela ligeira, corre veloz)
(Corre, estrela ligeira, corre veloz)
(Corre, estrela ligeira, corre veloz)
Corre, estrela ligeira, corre veloz
Não pare, veja que é a última vez
Que seus cascos pisarão o verde do campo
Os vagabundos do rio, a grama do monte avistam um homem
Que acumula em seu nome progresso e com isso ele fará uma grande cidade
(Corre, estrela ligeira, corre veloz)
(Corre, estrela ligeira, corre veloz)
Voarão os pardais com quem você brincava
Não haverá mais pinheiro com cheiro de vento
Nem o riacho claro que embalava seus sonhos de criança
O pintassilgo, você e eu, temos que migrar
(Corre, estrela ligeira, corre veloz)
(Corre, estrela ligeira, corre veloz)
(Corre, estrela ligeira, corre veloz)
(Corre, estrela ligeira, corre veloz)
Deixaremos de ver a cor da Lua quando se reflete na lagoa clara
Vamos, o homem vem, e ao seu passo nada se detém
Sua pradaria será o lugar de uma grande cidade
(Corre, estrela ligeira, corre veloz)
Corre, estrela ligeira, corre veloz
Não pare, veja que é a última vez
E pensar que toda a planície era sua
E que você era tão livre quanto o vento
Mas não há jeito, temos que dar lugar às pessoas
Embora elas façam do seu lar uma grande cidade
(Corre, estrela ligeira, corre veloz)
(Corre, estrela ligeira, corre veloz)
Voarão os pardais com quem você brincava
Não haverá mais pinheiro com cheiro de vento
Nem o riacho claro que embalava seus sonhos de criança
O pintassilgo, você e eu, temos que migrar
(Corre, estrela ligeira, corre veloz)
(Corre, estrela ligeira, corre veloz)
(Corre, estrela ligeira, corre veloz)
(Corre, estrela ligeira, corre veloz)
Composição: Armando Manzanero