No Te Perdono
No te perdono, que no me hayas permitido deshojar esos botones de tu vestido blanco
No te perdono, que mis manos no hayan sido las que hilaran el brocado de tus cálidos suspiros
No te perdono, que esa noche hayas volado, sin yo haberte cabalgando a tu primera Luna
No te perdono, que tu cuerpo de azucena, disfrutara un consciente, ignorante de mi pena
No te perdono, de que no hayas sido mía
Esa luz que en tu ventana anunciara un nuevo día
No me decido ver esa fotografía, donde todo era alegría, mientras tanto yo moría
No te perdono, que no fuera quien diera el zarpazo de esa fiera, cuando al fin te desvistiera
No me resigna recordar a ese insensato, yo conservo ese retrato, para nunca perdonarte
No me resigna recordar ese insensato, yo conservo ese retrato, para nunca perdonarte
Não Te Perdoo
Não te perdoo, por não ter me deixado desabotoar aqueles botões do seu vestido branco
Não te perdoo, por minhas mãos não terem sido as que teceram o brocado dos seus cálidos suspiros
Não te perdoo, por naquela noite ter voado, sem eu ter te levado à sua primeira Lua
Não te perdoo, por seu corpo de açucena ter desfrutado consciente, ignorante da minha dor
Não te perdoo, por não ter sido minha
Aquela luz na sua janela anunciando um novo dia
Não consigo olhar aquela fotografia, onde tudo era alegria, enquanto eu morria
Não te perdoo, por não ter sido eu a dar o golpe daquela fera, quando finalmente te despia
Não me conformo em lembrar daquele insensato, eu guardo aquele retrato, para nunca te perdoar
Não me conformo em lembrar daquele insensato, eu guardo aquele retrato, para nunca te perdoar
Composição: Armando Manzanero