¿Qué Hice, Qué No Hice?
Puse en tus manos un rayo de Luna y a tus primaveras leí la fortuna
Deposite en tu beso mi tiempo y mi sueño
¿Qué fue lo que faltó, qué es lo que no te di?
Me hice adivino de tus pensamientos
Y le puse el alma a todos tus momentos
Interpreté tu anhelo y quise ser tu dueño
¿Qué fue lo que faltó, qué es lo que no te di?
(¿Qué hice, qué no hice?)
¿O qué dejé de hacer? Para que no dejaras a mi estúpido querer
(El alma me dice) que no hay que reclamar
Que lo que no está escrito jamás logra caminar
(¿Qué hice, qué no hice?)
¿O qué dejé de hacer? Para que no olvidaras a mi estúpido querer
(El alma me dice) que no hay que reclamar
Que lo que no está escrito jamás logra caminar
Con tu palabra escribí mi historia y con solo verte, perdí la memoria
De tierno por el día, violento por la noche
¿Qué fue lo que faltó, qué es lo que no te di?
(¿Qué hice, qué no hice?)
¿O qué dejé de hacer? Para que no olvidaras a mi estúpido querer
(El alma me dice) que no hay que reclamar
Que lo que no está escrito jamás logra caminar
(¿Qué hice, qué no hice?)
¿O qué dejé de hacer? Para que no olvidaras a mi estúpido querer
(El alma me dice) que no hay que reclamar
Que lo que no está escrito jamás logra caminar
(¿Qué hice, qué no hice?)
¿O qué dejé de hacer? Para que no olvidaras a mi estúpido querer
(El alma me dice) que no hay que reclamar
Que lo que no está escrito jamás logra caminar
(¿Qué hice, qué no hice?)
¿O qué dejé de hacer? Para que no olvidaras a mi estúpido querer
(El alma me dice) que no hay que reclamar
Que lo que no está escrito jamás logra caminar
O Que Fiz, O Que Não Fiz?
Coloquei nas suas mãos um raio de Lua e nas suas primaveras li a sorte
Depositei no seu beijo meu tempo e meu sonho
O que foi que faltou, o que é que eu não te dei?
Me tornei adivinho dos seus pensamentos
E coloquei a alma em todos os seus momentos
Interpretei seu desejo e quis ser seu dono
O que foi que faltou, o que é que eu não te dei?
(O que fiz, o que não fiz?)
Ou o que deixei de fazer? Para que não deixasse meu amor idiota
(A alma me diz) que não adianta reclamar
Que o que não está escrito nunca consegue caminhar
(O que fiz, o que não fiz?)
Ou o que deixei de fazer? Para que não esquecesse meu amor idiota
(A alma me diz) que não adianta reclamar
Que o que não está escrito nunca consegue caminhar
Com sua palavra escrevi minha história e só de te ver, perdi a memória
Terno de dia, violento à noite
O que foi que faltou, o que é que eu não te dei?
(O que fiz, o que não fiz?)
Ou o que deixei de fazer? Para que não esquecesse meu amor idiota
(A alma me diz) que não adianta reclamar
Que o que não está escrito nunca consegue caminhar
(O que fiz, o que não fiz?)
Ou o que deixei de fazer? Para que não esquecesse meu amor idiota
(A alma me diz) que não adianta reclamar
Que o que não está escrito nunca consegue caminhar
(O que fiz, o que não fiz?)
Ou o que deixei de fazer? Para que não esquecesse meu amor idiota
(A alma me diz) que não adianta reclamar
Que o que não está escrito nunca consegue caminhar
(O que fiz, o que não fiz?)
Ou o que deixei de fazer? Para que não esquecesse meu amor idiota
(A alma me diz) que não adianta reclamar
Que o que não está escrito nunca consegue caminhar
Composição: Armando Manzanero