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Que já não sangram

Arribadu

Que ya no sangran

Hace varios años me he enterado de un hombre
Que ha pasado sus dias bajo el agua más limpia
Y que sale temprano a un lugar que no conoce
Sin saber siquiera si llegará.
Y que el no sabe nada de fronteras
Y que se acerca algo que el espera
Y que el no sabe nada de fronteras
Y que se acerca algo.
No, no digas no
Y hoy veo burbujas detrás de un vidrio
Y hoy veo este cielo azul y tibio
Y hoy veo tu alma volando al sur de mi corazón.
Y que el no sabe nada de fronteras
Y que se acerca algo que el espera
Y que el no sabe nada de fronteras
Y que se acerca algo.
No, no digas no
Sin saber te fuiste quedando en mí
Sin saber y no fue casual
Vidrios rotos por mis manos
Que ya no sangran.

Que já não sangram

Faz vários anos que soube de um cara
Que passou seus dias debaixo da água mais limpa
E que sai cedo pra um lugar que não conhece
Sem saber se vai chegar.
E que ele não sabe nada de fronteiras
E que se aproxima algo que ele espera
E que ele não sabe nada de fronteiras
E que se aproxima algo.
Não, não diga não
E hoje vejo bolhas atrás de um vidro
E hoje vejo esse céu azul e morno
E hoje vejo sua alma voando pro sul do meu coração.
E que ele não sabe nada de fronteiras
E que se aproxima algo que ele espera
E que ele não sabe nada de fronteiras
E que se aproxima algo.
Não, não diga não
Sem saber, você foi ficando em mim
Sem saber e não foi por acaso
Vidros quebrados nas minhas mãos
Que já não sangram.

Composição: