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Magnetismo

Art in Exile

Magnetism

We tie our arms around them,
because we can never feel what they do.
We smother our friends as we fight for their essence.
We leave fingerprints as evidence.
Sea of invertebrates, spineless, coiled in comfort.
I forget how to connect, conditioned in the shade of grey.
We tie our arms around them,
because we can never feel what they do.
Contaminating the delicate balance,
We never give ourselves a moment to ponder.
Once was whole, once was not.
(Consumed by habit, defined by skin.)
Every move you make is manifold.
Everything you touch leaves an indentation.
Nothing is void in the equilibrium.
I never thought this could happen to us,
I thought we were different.
The decay of everything is beautiful,
I thought there was a purpose.
They tie their arms around us,
with their electric hold we forget.
Shocked out of the nightmares,
a rebirth of peace.

Magnetismo

Nós envolvemos nossos braços ao redor deles,
pois nunca conseguimos sentir o que eles sentem.
Sufocamos nossos amigos enquanto lutamos por sua essência.
Deixamos impressões digitais como evidência.
Mar de invertebrados, sem coluna, enrolados no conforto.
Esqueço como me conectar, condicionado na sombra do cinza.
Nós envolvemos nossos braços ao redor deles,
pois nunca conseguimos sentir o que eles sentem.
Contaminando o delicado equilíbrio,
nunca nos damos um momento para refletir.
Uma vez éramos inteiros, uma vez não éramos.
(Consumidos pelo hábito, definidos pela pele.)
Cada movimento que você faz é múltiplo.
Tudo que você toca deixa uma marca.
Nada é vazio no equilíbrio.
Nunca pensei que isso pudesse acontecer conosco,
achei que éramos diferentes.
A decadência de tudo é linda,
achei que havia um propósito.
Eles envolvem seus braços ao nosso redor,
com seu toque elétrico, esquecemos.
Chocados para fora dos pesadelos,
um renascimento de paz.

Composição: Art in Exile