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Bálsamo

Arturo Vasquez

Bálsamo

Eres el regalo que nunca esperé
Y quise junto a mi
Eres las manos de bien
Que ataron mis sentidos hacia ti

Para amar contigo de la mano
Pa’ volar en amor extasiados

Como dos seres de luz que se aman sin tregua
Que con sangre escribirán poesía en gemidos
Con fragancias en azul perfuman sus huellas
Escribiéndose en la piel los versos prohibidos

Eres miel a mi garganta
Afinas mi voz
Es tu piel que a mis deseos
Despiertas a rabiar

Son tus ojos, los destellos
Que quiero ver brillar
Son tus ojos los más bellos
Que quiero acompañar

Para amar contigo de la mano
Pa’ volar en amor extasiados

Como dos seres de luz que se aman sin tregua
Que con sangre escribirán poesía en gemidos
Con fragancias en azul perfuman sus huellas
Escribiéndose en la piel los versos prohibidos

Con tus manos y las mías
Seguiremos construyendo nuestra historia

Como dos seres de luz que se aman sin tregua
Que con sangre escribirán poesía en gemidos
Con fragancias en azul perfuman sus huellas
Escribiéndose en la piel los versos prohibidos

Bálsamo

Você é o presente que nunca esperei
E quis ao meu lado
Você são as mãos do bem
Que amarraram meus sentidos em direção a você

Para amar com você de mãos dadas
Para voar em amor extasiados

Como dois seres de luz que se amam sem trégua
Que com sangue escreverão poesia em gemidos
Com fragrâncias em azul perfumam suas pegadas
Escrevendo na pele os versos proibidos

Você é mel em minha garganta
Afinando minha voz
É sua pele que aos meus desejos
Desperta com fúria

São seus olhos, os brilhos
Que quero ver reluzir
São seus olhos os mais belos
Que quero acompanhar

Para amar com você de mãos dadas
Para voar em amor extasiados

Como dois seres de luz que se amam sem trégua
Que com sangue escreverão poesia em gemidos
Com fragrâncias em azul perfumam suas pegadas
Escrevendo na pele os versos proibidos

Com suas mãos e as minhas
Continuaremos construindo nossa história

Como dois seres de luz que se amam sem trégua
Que com sangue escreverão poesia em gemidos
Com fragrâncias em azul perfumam suas pegadas
Escrevendo na pele os versos proibidos

Composição: Arturo Vasquez