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Paisagens Guerreiros

Arturo Villela

Paisajes Guerrerenses

Voy a decirles señores las bellezas de mi estado
De sus campos, de sus flores, de sus costas y poblados
Primero hablaré de Iguala esta tierra sin igual
Y lo digo con orgullo esta es mi tierra natal
Y lo digo con orgullo esta es mi tierra natal

Que preciosa es mi Chilapa que linda es su catedral
Y la arboleda que tapa su fresco jardín central
Que rica pero que rica que rica es la lima real
Que sabroso saborearla con un poco de mezcal
Que sabroso saborearla con un poco de mezcal

Chilpancingo me ha gustado por su clima tan precioso
Es capital de mi estado de mi Guerrero glorioso
Acapulco bello puerto que lindo puerto sin par
Con sus playas tan divinas que hacen más hermoso el mar
Con sus playas tan divinas que hacen más hermoso el mar

De Petatlán me despido también de Zihuatanejo
De Ometepec bello nido dónde mis amores dejo
De Taxco de mis amores también de mi Tecampana
Ya me despido señores tal vez los veré mañana
Ya me despido señores tal vez los veré mañana

Paisagens Guerreiros

Vou contar pra vocês, senhores, as belezas do meu estado
Dos seus campos, das suas flores, das suas praias e povoados
Primeiro vou falar de Iguala, essa terra sem igual
E digo com orgulho, essa é minha terra natal
E digo com orgulho, essa é minha terra natal

Que linda é minha Chilapa, que bela é sua catedral
E a arborização que cobre seu fresco jardim central
Que gostosa, mas que gostosa, que gostosa é a lima real
Que delícia saboreá-la com um pouco de mezcal
Que delícia saboreá-la com um pouco de mezcal

Chilpancingo eu gostei pelo seu clima tão precioso
É a capital do meu estado, do meu glorioso Guerrero
Acapulco, lindo porto, que porto sem igual
Com suas praias tão divinas que tornam o mar mais belo
Com suas praias tão divinas que tornam o mar mais belo

De Petatlán me despeço, também de Zihuatanejo
De Ometepec, lindo ninho, onde deixo meus amores
De Taxco, dos meus amores, também de minha Tecampana
Já me despeço, senhores, talvez os veja amanhã
Já me despeço, senhores, talvez os veja amanhã

Composição: Jose Luis Ocampo