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A Chuva No Sertão

Asas do Nordeste

No horizonte riscou uma luz
Um raio anunciando a tempestade
O tempo avisa e traduz
É a natureza na sua majestade

A força divina da criação
Cumpre seu destino glacial
Trazendo chuva pro sertão
Acabando com a seca infernal

Chove chuva, chove sem parar
E vai regando a plantação
Cai com força sem abrandar
Enchendo rios e o cacimbão

E o povo esperou com muita fé
A chuva chegar no sertão sofrido
Mudando o cenário do igarapé
Enchendo o riacho adormecido

Sem Sol o dia é nublado
As nuvens denotam a alegria
De quem estava desolado
Sem saber quando viria

Chove chuva, chove sem parar
E vai regando a plantação
Cai com força sem abrandar
Enchendo rios e o cacimbão

Chove chuva, chove sem parar
E vai regando a plantação
Cai com força sem abrandar
Enchendo rios e o cacimbão

Composição: Paulo Moraes