Over Ægirs Vidstragte Sletter
Bag skindskov et grin af malice
Blottes over hin arrede facade
Naar hingsten over hav uden lise
Færdes thi krists guld at lade
Over hav det færdes,
Der enker atter forfærdes
Farleis ende nu i havn
Med dødens hærtog i sitt favn
Hvor dierve mænd fraader i galskab
Og dækker hint land med blod,
Skal ilden galei i bævens drab
Over hint land hvor solen stod
Domine, te appellabam
Domine, audi curam nostram
Domine, vide operem mortis
Cantant inferi lucto patris
Domine, te appellabam
Domine, te appellabamus
Sobre as Vastidões de Ægir
Atrás da floresta, um sorriso de malícia
Exposto sobre aquela fachada desgastada
Quando o cavalo atravessa o mar sem descanso
Vagueia, pois o ouro de Cristo é para dar
Sobre o mar ele navega,
Onde viúvas novamente se desesperam
Que o destino agora chegue ao porto
Com o cerco da morte em seu abraço
Onde homens valentes se entregam à loucura
E cobrem aquela terra com sangue,
A chama vai rugir na morte do tremor
Sobre aquela terra onde o sol se pôs
Senhor, a Ti eu clamei
Senhor, ouve nossa súplica
Senhor, vê a obra da morte
Os infernos cantam o lamento do pai
Senhor, a Ti eu clamei
Senhor, a Ti nós clamamos