Defiled
Nostrils flare at the stench of a fruit long forgotten.
Palms start sweating at desires overwhelming.
Sick with aggression...
Violent, coveted whims.
Hard, blunt axe is thrust into tree's flesh,
breaching bark and breaking wood.
Crevice ripped anew.
Oozing forth the trunk bleeds crimson sap.
Branches are weeping, leaves dying.
Vile axe hacking at the initial wound.
Engorged hatched dripping with tree's vital fluids
and wound's own resin.
Forgotten fruit lie strewn on the ground just within
malicious arm's reach.
Brief joy, but then hate. Filled with self-loathing.
"It's as though I'm a zombie, I feel no pain.
Leprosy's finally broken me.
I'm a beast, disturbed and insane!"
Roots, soil and grass die away, defiled by the tree.
Skies blacken and weep down rain out of sympathy.
Splintered wood lies all around, pieces of the object
of this imagery... this dying tree...
Profanado
As narinas se alargam com o fedor de uma fruta há muito esquecida.
As palmas começam a suar com desejos avassaladores.
Doente de agressão...
Vontades violentas e cobiçadas.
Um machado duro e cego é cravado na carne da árvore,
rompendo a casca e quebrando a madeira.
Fenda rasgada de novo.
Sangrando, o tronco exala uma seiva carmesim.
Ramos estão chorando, folhas morrendo.
Machado vil cortando a ferida inicial.
A lâmina gorda gotejando os fluidos vitais da árvore
e a resina da própria ferida.
Frutas esquecidas estão espalhadas pelo chão, bem ao alcance
de um braço malicioso.
Alegria breve, mas depois ódio. Cheio de auto-ódio.
"É como se eu fosse um zumbi, não sinto dor.
A lepra finalmente me quebrou.
Sou uma besta, perturbada e insana!"
Raízes, solo e grama morrem, profanados pela árvore.
Os céus escurecem e choram chuva por compaixão.
Madeira estilhaçada está por toda parte, pedaços do objeto
desta imagem... desta árvore moribunda...