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Luz

Assemblage 23

Light

I stand in a barren void that's featureless
No sight or sound can penetrate at all
Though silent storms may try to tear me down
When dusk descends, I'll still be standing tall

To the ones who want me on my knees
You cannot control my destiny
There is light that flows throughout my veins
And there is darkness for the ones who bring me pain

Unrelenting, unforgiving hopelessness
Pummeled from all directions for days on end
Can't turn the other cheek, it's far too bruised
Can't play the part of saint, I won't pretend

Daylight breaks and shatters empty skies
Has nothing changed for better or for worse?
The cycle just repeats itself again
Can't tell if I am blessed or I am cursed

Luz

Eu estou em um vazio árido que não tem características
Nenhum olhar ou som pode penetrar aqui
Embora tempestades silenciosas tentem me derrubar
Quando a noite chega, ainda estarei de pé

Para aqueles que querem me ver de joelhos
Vocês não podem controlar meu destino
Há uma luz que flui pelas minhas veias
E há escuridão para quem me traz dor

Desesperança implacável, sem perdão
Sofrendo de todos os lados por dias a fio
Não posso virar a outra face, está muito machucada
Não posso fazer o papel de santo, não vou fingir

A luz do dia quebra e despedaça os céus vazios
Nada mudou para melhor ou para pior?
O ciclo apenas se repete novamente
Não consigo dizer se sou abençoado ou amaldiçoado

Composição: Tom Shear