Boodshed Must Goes On!
Last seconds come to end...
Shout is escaped out from the lungs filled by blood, cut rumble of death in this technogenic hell.
Reminiscences like horde of cycled dreams is flying before your eyes, desolved into infinity.
Resentment, rage, humility - wave of discrepant senses is spreading poison in your mind!
Torn in deathbed cramps, you're swollowed air to the mouth, scorched cold inflamed interior.
Submersion in feebleness bringed down on your head, smashed hope of salvation by hammer of destiny.
Why this fate has chosen you, this reflection scratched with claws inside!
Faster than light, drops of your strength in moment flow away like send through your fingers.
Slaves of alien will submissively go on meeting bullets and bayonets, devoting useless lives for their whims.
Bloodshed must goes on!
In blossomed out buds of explosions is heard madness
Rhythm of this fight, that forces to writhe in convulsions dead.
Stroke of falling bodies merges with a crunch of shattered skulls.
Unrestrained hurried pain reaps the harvest of your cries.
Smell of approaching final splashed resignation to the face.
Directed barrels, talk on the language of decay.
Black shroud compressed you in cold embraces, now fortune be covered it will get to another slave.
Blood freezed by horror, wild scream is choking in the roar. Death time has come to interfere in course of fodder's life,
That will be erased from existence of this cruel world and glanced in the eyes of hated fate!
O Sangue Deve Continuar a Ser Derramado!
Os últimos segundos estão chegando ao fim...
Um grito escapa dos pulmões cheios de sangue, o rugido cortante da morte neste inferno tecnogênico.
Lembranças como uma horda de sonhos cíclicos voam diante dos seus olhos, dissolvendo-se na infinidade.
Ressentimento, raiva, humildade - uma onda de sentidos discrepantes espalha veneno na sua mente!
Dilacerado em câimbras na cama da morte, você engole ar pela boca, interior queimado e frio inflamado.
A submersão na fraqueza desabou sobre sua cabeça, a esperança esmagada de salvação pelo martelo do destino.
Por que esse destino te escolheu, esse reflexo arranhado com garras por dentro!
Mais rápido que a luz, gotas da sua força escorrem como areia entre os dedos.
Escravos da vontade alheia vão submissamente encontrando balas e baionetas, dedicando vidas inúteis para seus caprichos.
O sangue deve continuar a ser derramado!
Nos brotos explodidos das explosões se ouve a loucura.
O ritmo dessa luta força a se contorcer em convulsões de morte.
O golpe dos corpos caindo se funde com o estalo de crânios estilhaçados.
A dor desenfreada e apressada colhe a colheita dos seus gritos.
O cheiro do final se aproxima, uma resignação espirrada na cara.
Canos direcionados falam a língua da decadência.
Um manto negro te comprime em abraços frios, agora a fortuna coberta chegará a outro escravo.
O sangue congelado pelo horror, um grito selvagem sufoca no rugido. A hora da morte chegou para interferir no curso da vida do alimento,
Que será apagado da existência deste mundo cruel e olhado nos olhos do destino odiado!