Delirium
Delirium
In brain's winding is hiding madness seat , Locked in a fragile blister
waiting for his delivrance. Everything is calm,
Until it burst, until consciousness explode,
until psychosis became master.
Torn between good and evil.
And fear dominate, the spine of evil dive in his skin.
Blood will shed eternely.
Tearing tears of pain, gently madness is settling.
Slowly, it heads us. Anguish becomes Empress.
In soul's underneath, runs of a mortal venom.
The antidote is heart deep, waiting for is time
(Chorus)
Delirium.......
Un tourbillon de noirceur voila son regard.
Dans l'atmosphère, il vit soudain des images en kaléidoscope.
Peu à peu, de ces formes hagardes, se dessina une onde de choc; un reflet de lui-même, étendu sur un lit…
Un homme plus jeune, décharné et sans vie.
À son front était gravé une blessure sombre, qu'il devrait porter pour toujours.
Delírio
Delírio
Na mente contorcida se esconde o trono da loucura, trancado em uma bolha frágil
esperando por sua libertação. Tudo está calmo,
Até que estoure, até que a consciência exploda,
fins que a psicose se torne a mestra.
Rasgado entre o bem e o mal.
E o medo domina, a espinha do mal mergulha em sua pele.
Sangue vai jorrar eternamente.
Lágrimas rasgando de dor, suavemente a loucura vai se instalando.
Devagar, ela nos guia. A angústia se torna Imperatriz.
No fundo da alma, corre um veneno mortal.
O antídoto está profundo no coração, esperando sua hora.
(Refrão)
Delírio.......
Um turbilhão de escuridão, eis seu olhar.
Na atmosfera, ele vê de repente imagens em caleidoscópio.
Pouco a pouco, dessas formas desorientadas, se desenha uma onda de choque; um reflexo de si mesmo, estendido em uma cama…
Um homem mais jovem, magro e sem vida.
Na sua testa estava gravada uma ferida sombria, que ele deveria carregar para sempre.