A cela é elaborada e muito estreita
Sem falha, brecha ou fissura
Mandrake rompe a prisão perfeita
Sem nem tocar na fechadura
Cartola, capa, discreta distinção
Ele fala em salões com fino primôr
Uma frase na mente vira condução
E o tirano se rende ao próprio pavor
No palco, a noite prende a respiração
O risco cresce sem se revelar
Mandrake escolhe a solução
Muito antes do tempo acabar
Não é sorte, nem é superstição
Não é magia, é extrema precisão
Mandrake desmonta a prisão
Sem precisar de qualquer explicação
O risco é parte do jogo
A falha não tem lugar
Ele atravessa até o fogo
Sem jamais se queimar
Xanadu tem esse herói para proteção
Junto com Lothar, que vigia sem pedir favor
Força que firma a perfeita união
Lealdade sem preço, sem temor
Salões escondem jogos de poder
Vozes tramam queda e traição
Mandrake sabe muito bem perceber
Qualquer crime ainda em preparação
Com ele, Hipnose não é teatro vulgar
Nem truque leve de salão
É ordem que dispensa até o falar
E domina toda a intenção
Não é sorte, nem é superstição
Não é magia, é extrema precisão
Mandrake desmonta a prisão
Sem precisar de qualquer explicação
O risco é parte do jogo
A falha não tem lugar
Ele atravessa até o fogo
Sem jamais se queimar
Gangsters, tiranos, ciência e crime
Cedem sem compreender
Mandrake atua onde ninguém define
O ponto exato do poder
Não é truque, é pura disciplina
Não é milagre, é determinação
Mandrake desvenda por detrás da cortina
E debocha de toda limitação
Ele é o mestre da sugestão
E Seu luxo não compra o favor
Ele muda o que parece direção
E do improvável ele se faz autor
Não é sorte, nem é superstição
Não é magia, é extrema precisão
Mandrake desmonta a prisão
Sem precisar de qualquer explicação
O risco é parte do jogo
A falha não tem lugar
Ele atravessa até o fogo
Sem jamais se queimar
Não é sorte, nem é superstição
Não é magia, é extrema precisão
Mandrake desmonta a prisão
Sem precisar de qualquer explicação
O risco é parte do jogo
A falha não tem lugar
Ele atravessa até o fogo
Sem jamais se queimar