Riacho de rua me chama pro combate gasto
Rastro de facão na fala, um gosto nefasto
Cidade arregala, com medo no coração
E eu faço festa no meio da destruição
Você percebe a criminalidade nascendo sem ter um fim
Cospe fogo, meu revólver com cabo de marfim
Você vê minha esclera brilhando de fúria na alma
E eu brinco com o mundo que está em minha palma
Sou troça do caos, veneno de todo juízo
Sou distúrbio na lógica, falha no paraíso
Giro a máquina do mundo em des-razão
E faço da ordem um campo de negação
O Cobra zomba da lei
Acusação à sociedade que não quer se calar
Brutalidade que fere sem nunca parar
Falo em enigmas pra tudo perverter
E faço a justiça desistir de me querer
Riacho de rua me chama pro combate gasto
Rastro de facão na fala, um gosto nefasto
Cidade arregala, com medo no coração
E eu faço festa no meio da destruição
Você percebe a criminalidade nascendo sem ter um fim
Cospe fogo, meu revólver com cabo de marfim
Você vê minha esclera brilhando de fúria na alma
E eu brinco com o mundo que está em minha palma
Sou troça do caos, veneno de todo juízo
Sou distúrbio na lógica, falha no paraíso
Giro a máquina do mundo em des-razão
E faço da ordem um campo de negação
O Cobra zomba da lei
Acusação à sociedade que não quer se calar
Brutalidade que fere sem nunca parar
Falo em enigmas pra tudo perverter
E faço a justiça desistir de me querer
O Cobra zomba da lei
Acusação à sociedade que não quer se calar
Brutalidade que fere sem nunca parar
Falo em enigmas pra tudo perverter
E faço a justiça desistir de me querer