Whited Sepulcher
Thunder peels a nervous sky
Trumpets blare calling doom
Procession of solemn winged
To douse the flames of sacred life
Aquito auster aurora occasus
Heavens mired reflection in bowls of filth
And the plagues pour forth
Consecration
Hail fire blood
Mountains fume unto expanse
Locust echo scorpion's sting
Angelic symphony
We cower
Never ending time
Surrender man unkind
Fall, tremble before the gathering storm
Dread of enigma and ordained darkness
Hollow imprecation
Craven hearts
Bereft of concord and sanguine light
Lust for your plight
Evoke atomic estrangements
And sundered minds resigned
Inditing ruins design
Sheep summon wolves
Throats bared to manifest the end
Quietus transcend
Canon fodder
Recreant
White sepulcher
Never ending time
Surrender delusion
No kingdom comes
Thy wilt not be done
Craven cult
I know thy works
The faith upheld
I hold against thee
Sepulcro Branco
Trovão rasga um céu nervoso
Trombetas soam chamando o fim
Procissão de asas solenes
Para apagar as chamas da vida sagrada
Aquito auster aurora occasus
Céus atolados em reflexos em tigelas de imundície
E as pragas jorram
Consagração
Salve fogo sangue
Montanhas fumegam até o infinito
Gafanhoto ecoa a picada do escorpião
Sinfonia angelical
Nos encolhemos
Tempo sem fim
Renda-se, homem cruel
Cai, treme diante da tempestade que se aproxima
Medo do enigma e da escuridão ordenada
Imprecação oca
Corações covardes
Desprovidos de harmonia e luz sanguínea
Desejo pelo seu sofrimento
Evocar estranhamentos atômicos
E mentes despedaçadas resignadas
Desenhando o design das ruínas
Ovelhas convocam lobos
Gargantas expostas para manifestar o fim
Quietude transcendente
Carne de canhão
Covarde
Sepulcro branco
Tempo sem fim
Renda-se à ilusão
Nenhum reino vem
Teu querer não será feito
Culto covarde
Eu conheço suas obras
A fé sustentada
Eu te acuso