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Um Ritual de Desperdício

At The Gates

A Ritual Of Waste

In dark abandon
A crawling cosmic filth

On restless poison wings
Our dormant nightmare black
Our seeds of death and violence
The dark infection of our wrath

Your death voracious
In cerebral horror crowned

In dark hallucinations profound
Reverberating, with fevered rage
The voiceless repetition unbound
An epidemic, a ritual of waste

A ritual of waste

Our ruin starving, black
In chronic silence masked
The phantom of deception
The inner presence of our death

In dark abandon
A crawling cosmic filth

In dark hallucinations profound
Reverberating, with fevered rage
The voiceless repetition unbound
An epidemic, a ritual of waste
An epidemic, a ritual of waste

Distorted the worship
Fragmented and torn
Our dehumanization
Through impermanence reborn

In dark hallucinations profound
Reverberating, with fevered rage
The voiceless repetition unbound
An epidemic, a ritual of waste

Distorted the worship
Fragmented and torn
Our dehumanization
Through impermanence reborn

Um Ritual de Desperdício

No abandono sombrio
Uma sujeira cósmica rastejante

Em asas venenosas inquietas
Nosso pesadelo adormecido, negro
Nossas sementes de morte e violência
A infecção sombria da nossa ira

Sua morte voraz
Coroada em horror cerebral

Em alucinações escuras profundas
Reverberando, com raiva febril
A repetição sem voz, solta
Uma epidemia, um ritual de desperdício

Um ritual de desperdício

Nossa ruína faminta, negra
Em silêncio crônico disfarçado
O fantasma da decepção
A presença interna da nossa morte

No abandono sombrio
Uma sujeira cósmica rastejante

Em alucinações escuras profundas
Reverberando, com raiva febril
A repetição sem voz, solta
Uma epidemia, um ritual de desperdício
Uma epidemia, um ritual de desperdício

Distorcido o culto
Fragmentado e rasgado
Nossa desumanização
Renascida pela impermanência

Em alucinações escuras profundas
Reverberando, com raiva febril
A repetição sem voz, solta
Uma epidemia, um ritual de desperdício

Distorcido o culto
Fragmentado e rasgado
Nossa desumanização
Renascida pela impermanência