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Túmulo do Céu

At The Gates

Tomb Of Heaven

The sleep of reason
Through wretched ruins
As cosmic storms
Behead the charlatan

From hunger born
In shapeless form
A mist of blood
A silent locust swarm

A poem born of violent doom
A funeral shroud, a silent tomb

The forbidden silence
Disintegrating black
Through the ashes and the dust of our graves
The tomb of heaven, the tomb of heaven ablaze

In blind upheaval
The fevered hounds
In illusion drowned
Our sentinel profound

Abhorrence crowned
In blackened breath
From the weight of our dogmas
We plunge to our death

A poem born of violent doom
A funeral shroud, a silent tomb

The forbidden silence
Disintegrating black
Through the ashes and the dust of our graves
The tomb of heaven, the tomb of heaven ablaze

The forbidden silence
Disintegrating black
Through the ashes and the dust of our graves
The tomb of heaven ablaze

Túmulo do Céu

O sono da razão
Através de ruínas miseráveis
Enquanto tempestades cósmicas
Decapitam o charlatão

Nascido da fome
Em forma amorfa
Uma névoa de sangue
Um enxame de gafanhotos silenciosos

Um poema nascido de um destino violento
Um manto fúnebre, um túmulo silencioso

O silêncio proibido
Desintegrando-se em negro
Através das cinzas e da poeira de nossas sepulturas
O túmulo do céu, o túmulo do céu em chamas

Em revolta cega
Os cães febris
Afogados em ilusão
Nosso sentinela profundo

Abominação coroada
Em respiração enegrecida
Pelo peso de nossos dogmas
Nos lançamos à morte

Um poema nascido de um destino violento
Um manto fúnebre, um túmulo silencioso

O silêncio proibido
Desintegrando-se em negro
Através das cinzas e da poeira de nossas sepulturas
O túmulo do céu, o túmulo do céu em chamas

O silêncio proibido
Desintegrando-se em negro
Através das cinzas e da poeira de nossas sepulturas
O túmulo do céu em chamas