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Silêncios Eternos Ruins

ATORMENTADOS FV

Malos Silencios Eternos

Recuerdos que tendré que quebrar
Con mis propias manos tratando de que perdure todo lo divino
Sueños que se fugaron casi sin predecirlo
Un derrumbe que nos dejó sin aliento y sin rumbo

Pero hubo señales que fueron advirtiendo
Señales que no pudimos descifrar a tiempo
Malos silencios eternos que pusieron en ruedo
Una realidad desigual

Ahora tendremos que enfrentar
Los errores vividos y tomarlos como lecciones
Y no en vileza a uno mismo tener la facultad
De conducir el destino y transformar el fracaso en aprendizaje a futuro

Pero hubo señales que fueron advirtiendo
Señales que no pudimos descifrar a tiempo
Malos silencios eternos que pusieron en ruedo
Una realidad desigual

Silêncios Eternos Ruins

Lembranças que eu vou ter que quebrar
Com minhas próprias mãos tentando fazer tudo que é divino durar
Sonhos que escaparam quase sem avisar
Um desmoronamento que nos deixou sem ar e sem direção

Mas houve sinais que foram avisando
Sinais que não conseguimos decifrar a tempo
Silêncios eternos ruins que colocaram em jogo
Uma realidade desigual

Agora teremos que encarar
Os erros que vivemos e encará-los como lições
E não em vilania a si mesmo ter a capacidade
De conduzir o destino e transformar o fracasso em aprendizado futuro

Mas houve sinais que foram avisando
Sinais que não conseguimos decifrar a tempo
Silêncios eternos ruins que colocaram em jogo
Uma realidade desigual

Composição: Nicolas Barreto