Ángeles De Las Tinieblas
Engendros de sangre, vienen a mi mente,
figuras extrañas sin rostros ni vientres
Su intención es simple, tu has de comprenderla
Sus turbios cerebros no son de esta tierra
Angeles negros y una espesa niebla me arrastra y me lleva
Voy contemplando esos rostros oscuros que se acercan a mi
Mil ojos sedientos brillan en la noche
Dos hachas estallan sobre un ataúd gris
Un niño maldito mira complaciente, la cruz que marcó su dejar de existir
Angeles negros y una espesa niebla me arrastra y me lleva
Voy contemplando esos rostros oscuros que se acercan a mi
Aaaaaah, aaah aaah, Aaaaaah, aaah aaah
Engendros de sangre vienen a mi mente,
figuras extrañas sin rostros ni vientres
Su intención es simple, tu has de comprenderla
Sus turbios cerebros no son de esta tierra
Angeles negros y una espesa niebla me arrastra y me lleva
Voy contemplando esos rostros oscuros que se acercan a mi
Anjos das Trevas
Engendros de sangue, vêm à minha mente,
figuras estranhas sem rostos nem barrigas
A intenção é simples, você deve entendê-la
Esses cérebros turvos não são dessa terra
Anjos negros e uma névoa densa me arrastam e me levam
Vou observando esses rostos sombrios que se aproximam de mim
Mil olhos sedentos brilham na noite
Duas machadadas estouram sobre um caixão cinza
Um menino amaldiçoado observa satisfeito, a cruz que marcou seu deixar de existir
Anjos negros e uma névoa densa me arrastam e me levam
Vou observando esses rostos sombrios que se aproximam de mim
Aaaaaah, aaah aaah, Aaaaaah, aaah aaah
Engendros de sangue vêm à minha mente,
figuras estranhas sem rostos nem barrigas
A intenção é simples, você deve entendê-la
Esses cérebros turvos não são dessa terra
Anjos negros e uma névoa densa me arrastam e me levam
Vou observando esses rostos sombrios que se aproximam de mim
Composição: Alberto Zamarbide / Gustavo Rowek / Luciano Iorio