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S.O.S.

August Burns Red

S.O.S.

Conquer, destroy, invade
For this is my crusade
Crashing down, burning out
So lost but now I'm found
Conquer, destroy, invade
For this is my crusade
I won't be bound, won't be found six feet under ground

Why does it feel so good to hurt or do what I despise
When I should be strengthening my mind
What provokes me is only the beginning
Wrestling this restless battle
Forced into a state of submission

How am I supposed to run away
When I'm the one I am running from

I'm tangled up dealing with trauma
It's sweet to the taste
But bitter to the brain
Like clockwork, I'm going insane
It's not the calloused hands that fail you
It's poison infused beneath the skin
Exhume a way of living from within
How can I fix what's broken

I may be sick, but I'm not the sickness
I need to find a way to heal from this
I may be sick but I'm not the sickness
These wounds are self inflicted

I found a way to navigate through the storms
They would sway me like a ship at sea
Now the rain hits my face
And washes away the shame I used to carry

Soaring so high up in the clouds
It's not about trying to find a way out

Conquer, destroy, invade
For this is my crusade
Crashing down, burning out
So lost but now I'm found
Conquer, destroy, invade
For this is my crusade
I won't be bound, won't be found six feet under ground

Torn between false security
And the truth behind honesty
To unearth serenity forever
Submit to the season of surrender

It won't consume me
It won't consume me, no

All greatness will starve
Until it's saved by adversity
Adversity
Old ways are forgotten
When new days are full of dreams
Full of dreams, full of dreams

My new days are full of dreams

S.O.S.

Conquistar, destruir, invadir
Pois essa é minha cruzada
Desmoronando, queimando por dentro
Tão perdido, mas agora estou encontrado
Conquistar, destruir, invadir
Pois essa é minha cruzada
Não vou ser preso, não vou ser encontrado a seis pés debaixo da terra

Por que é tão bom machucar ou fazer o que eu desprezo
Quando eu deveria estar fortalecendo minha mente
O que me provoca é só o começo
Lutando essa batalha inquieta
Forçado a um estado de submissão

Como eu deveria fugir
Quando sou eu quem estou fugindo

Estou preso lidando com traumas
É doce ao paladar
Mas amargo na mente
Como um relógio, estou enlouquecendo
Não são as mãos calejadas que te falham
É veneno infundido sob a pele
Exumar uma forma de viver de dentro
Como posso consertar o que está quebrado

Posso estar doente, mas não sou a doença
Preciso encontrar uma forma de me curar disso
Posso estar doente, mas não sou a doença
Essas feridas são auto infligidas

Encontrei uma forma de navegar pelas tempestades
Elas me balançavam como um barco no mar
Agora a chuva bate no meu rosto
E lava a vergonha que eu costumava carregar

Voando tão alto nas nuvens
Não se trata de tentar encontrar uma saída

Conquistar, destruir, invadir
Pois essa é minha cruzada
Desmoronando, queimando por dentro
Tão perdido, mas agora estou encontrado
Conquistar, destruir, invadir
Pois essa é minha cruzada
Não vou ser preso, não vou ser encontrado a seis pés debaixo da terra

Dividido entre falsa segurança
E a verdade por trás da honestidade
Para desenterrar a serenidade para sempre
Submeter-se à estação da rendição

Isso não vai me consumir
Isso não vai me consumir, não

Toda grandeza vai passar fome
Até ser salva pela adversidade
Adversidade
Velhos caminhos são esquecidos
Quando novos dias estão cheios de sonhos
Cheios de sonhos, cheios de sonhos

Meus novos dias estão cheios de sonhos