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Caldo do Esquecimento

Aura Noir

Broth of Oblivion

Sourceless, rythmless, heartless.
I scan the desert.
Since I, in my beasthood saw the dancers there.
As my hands, two tiny figures, came visible,
Like a carniver of flesh.
A union of monstrosities.

Curveless, boundless, eyeless.
I flee from the source of my agony.
Since I, in my beasthood, took form
In new, alien anatomies.
My limbs towering, mounting in celebration.
Murmuring the approval of new glories;
New threats, new intimacy.

With this, I am fit to charm the Devil.
Sneering down my pale face.
I am erect with his anger and lust.
I am the grace of them all.

Still sneering, drooling, floating.
Breeding curves of hell.
And shreds of pre-human gloss.
This softens those songs to dust.

Caldo do Esquecimento

Sem fonte, sem ritmo, sem coração.
Eu olho para o deserto.
Desde que eu, na minha besta, vi os dançarinos lá.
Como minhas mãos, duas figuras pequenas, se tornaram visíveis,
Como um carnívoro de carne.
Uma união de monstruosidades.

Sem curvas, sem limites, sem olhos.
Eu fujo da fonte da minha agonia.
Desde que eu, na minha besta, tomei forma
Em novas, alienígenas anatomias.
Meus membros se erguendo, subindo em celebração.
Murmurando a aprovação de novas glórias;
Novas ameaças, nova intimidade.

Com isso, estou pronto para encantar o Diabo.
Desdenhando meu rosto pálido.
Estou ereto com sua raiva e desejo.
Sou a graça de todos eles.

Ainda desdenhando, babando, flutuando.
Gerando curvas do inferno.
E pedaços de brilho pré-humano.
Isso transforma essas canções em pó.

Composição: Aura Noir