Bleeding Dawn
Well, geniune chaste blood
From fiedls of undead glories
An army of cowards arise
Hidden under the lust-stained
Decadent and unholy, meadow
Is the maze of lost souls
Where a stream of shames flows
And many jaded helmets lie
Broodin' 'bout memories
Whose owners are long hew'd
With vison matted by
The scarlet hot liquor
All over the mask of blame
And languid steps that lead
Nowhere but death
Is the last warrior to stand
The sword is no longer sharp
That's when true heroes bleed
In the darkest autumn night
Breaking dawn brings no light
To the dimmest suicide thoughts
That roams through hopeless heads
Light moon loiters to leave
And reeled in thick clouds
Hovers above the bloodletting
Oh, wrethced portrait of dacay
Solo
The sunlight torn sky apart
A swallowed sob for pride
Of weary or fear is cower'd
'cause the glisten of that star
Life shall grant him no more
He creeps beggin' to death
To let him just be suffused
By nightfall scent once again
Although the great warrior, he was
No mercy is there on Death's
Deabauched soul-take revelry
The veil of confort, ephemeral and soft
Brings warmth and rest to overwrought body
No flicker of hope is there in his mind
Last ashen swoon came by blurred eyes
Aurora Sangrenta
Bem, sangue genuíno e puro
Dos campos de glórias não-mortas
Um exército de covardes se levanta
Escondido sob a mancha da luxúria
Decadente e profano, prado
É o labirinto das almas perdidas
Onde um rio de vergonhas flui
E muitos capacetes desgastados jazem
Refletindo sobre memórias
Cujos donos já foram cortados
Com a visão emaranhada por
A bebida escarlate e quente
Por toda a máscara da culpa
E passos lânguidos que levam
A lugar nenhum além da morte
É o último guerreiro a ficar de pé
A espada já não está afiada
É quando verdadeiros heróis sangram
Na mais escura noite de outono
A aurora quebrando não traz luz
Para os pensamentos suicidas mais sombrios
Que vagam por cabeças sem esperança
A lua clara hesita em partir
E enredada em nuvens densas
Paira acima do derramamento de sangue
Oh, retrato miserável da decadência
Solo
O sol rasga o céu em pedaços
Um soluço engolido por orgulho
De cansados ou medrosos se acovardam
Pois o brilho daquela estrela
A vida não mais lhe concederá
Ele rasteja implorando à morte
Para deixá-lo apenas ser imerso
Pelo cheiro do crepúsculo mais uma vez
Embora ele tenha sido o grande guerreiro
Não há misericórdia na
Depravada festa da colheita de almas da Morte
O véu do conforto, efêmero e suave
Traz calor e descanso ao corpo exausto
Nenhum lampejo de esperança há em sua mente
O último desmaio cinzento passou por olhos embaçados