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Eu quero Rushing cada grão de areia

Luis Eduardo Aute

Quiero Apurar Cada Grano de Arena

Quiero apurar cada grano de arena
Y el aire exacto que vaya quedando
Para que deje de ser una espera
Muda cadena de sueño y engaño
Carne de prisa, demora la grieta
Frágil del tiempo pasando, pasando

Quiero vivir esa breve comedia
Bajo el latido del último acto
Ruido de brasas sentir en las venas
Frías de tanto morir cotidiano
Quieto camino de huella reseca
Deja que queme el andar en el paso

Quiero beberme de un golpe la fuerza
Tenue que apenas me sigue empujando
Y alimentar olvidadas quimeras
Nubes dormidas, juguetes primarios
Oso de trapo, levántate y peca
Desde tu polvo curado de espantos

Eu quero Rushing cada grão de areia

Eu quero apressar cada grão de areia
E o ar exato correr
Por mais de uma espera
Muda sonho cadeia e ilusão,
Pressa Carne, atrasar o crack
Frágil tempo passando, passando.

Eu quero viver esta curta comédia
Sob a batida do último ato,
Brasas ruído sentia nas veias,
Frias ambos morrem todos os dias,
Fique pegada estrada seca
Vamos passo queimadura skate.

Eu quero beber de uma força de soco
Sutil está apenas empurrando-me
E alimentação quimeras esquecido
Nuvens adormecido, brinquedos primários
Urso de Pano, levantar-se e pecado
De sua poeira curado assombrada.