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Paredes do Caixão

Autopsy

Walls Of The Coffin

I wipe the maggots from eyes
As I wake from my deathlike sleep
Surrounded by these black walls
Lid closed tightly
Bleeding from every pore
In either reality or a shadow of madness
My flesh as one with the rotted thoughts
That pollute my skull

Through the haze of disturbing depths
My veins flow black
Sour and poisonous
I feel the flesh separating
From my desiccated face
I am living death
I am of darkest origin
Screaming as I struggle to awake

Paredes do Caixão

Eu limpo as larvas dos olhos
Ao acordar do meu sono de morte
Rodeado por essas paredes negras
Tampa fechada com força
Sangrando de cada poro
Em qualquer realidade ou sombra de loucura
Minha carne unida aos pensamentos podres
Que poluem meu crânio

Através da névoa de profundezas perturbadoras
Minhas veias fluem negras
Azedas e venenosas
Sinto a carne se separando
Do meu rosto desidratado
Eu sou a morte viva
Eu sou de origem sombria
Gritando enquanto luto para acordar

Composição: Autopsy / Chris Reifert