Espreitador - Daniel Hartmann (Ordem Paranormal)
O preço pra essa mansão é uma piada
Inacreditável como a supertição das pessoas
Os deixam cegas pras oportunidades
Parece que a última vez que esse lugar
Tinha alguém morando por mais de uma semana foi em 1970
Depois disso todos os que tentaram se mudar pra cá
Cancelaram os contratos em menos de uma semana
Alegando que a casa estava possuida
Só pode tá de brincadeira com a minha cara
Eu tô a dois dias nessa casa
Depois de ter reformando ela
Terminei de me instalar
Pra fazer as pesquisas na casa
Vamos ver se eu me saio bem
Supostamente os rumores
É de que ela é mal assombrada
Então as histórias devem ser também
Única palavra que precisa entender
Porém, não passa de uma palavra simulada
Capaz de abrir em todas as portas que bater
Portas que deveriam permanecer fechadas
Como algo que nunca nasceu pode ser amado?
Tudo o que tinha era o vazio em sua existência
Devora o amor dos outros pra se sentir vivo
Essa é a verdadeira face da carência
Quatro sumiram na mansão
Sangue na tua mão
Ou melhor, em teu irmão
Ouça a lágrima
Sobre o fotógrafo
As informações são escassas
Tatuagens pelo seu corpo
E homens invadem tua casa
Suas gravações mostram estados degradantes
Piorando a cada gravação que eu ouço
Sendo assim, eu te batizo viajante
O devorador de rostos
Há um homem estranho caminhando pela casa
E tem passado tempo demais com a sua mãe
Ele fala com seu irmão de madrugada
E agora ele também tem más intenções
Fred, me diz: Por que seus pais te batem tanto
Se não é você quem espalha o sangue de animais?
Fred, que tal uma ideia pra cessar seu pranto?
Afogue sua mãe
Decapite seu pai
Oh, fresta, fresta
O que que cê viu nessa?
Um homem solitário com a sua câmera
Ele espreita perto
Eu vi seus olhos pela madrugada
Talvez agora eu tenha uma razão pra eu acordar
Nem eu me entendo, eu não sou mais o mesmo
É impossível de eu viver com tanta dor
Eu vou provar que eu não sei ser só medo
Medo
Do espreitador
Dediquei tempo demais pro paranormal
Fiz dinheiro com as histórias
E através do medo
Cada monstro que eu criei se tornou real
Pessoas morreram depois de encarar a fresta
O olhar devora, consome e ainda quer mais
Pra compensar, eu vou fazer a coisa certa
E se algo acontecer comigo?
Cê também vai?
Cheiro de carne podre
Tô perdido, nem sei que dia é hoje
Tem sangue nas minhas mãos
O que aconteceu ontem à noite?
Apagões
Não tô sabendo lidar com as visões
A neblina cria caos e convulsões
Recebo uma mensagem
Um ponto de encontro e um pedido num café
Talvez acho que é chegada minha hora
Pra eu poder me redimir do que eu fiz
E pra poder recuperar minha alma de volta
Sinto engolido pelas chamas
Corpos sem vida e um assassinato na câmera
Eu vi
Do que adianta?
Mais um rosto no quadro
E o sequestro das crianças
Adianta lutar?
Preciso as encontrá-las
Se os professores estão envolvidos
Não posso confiar
Um homem estranho também é diretor da escola
E causando nessas crianças um pesadelo
Na biblioteca, escondida tem uma porta
Esses olhos sempre me espreitam e eu nunca os vejo
No subsolo vejo as crianças deformadas
Minha mente não tem facilitado pra mim
Se eu não pude salvar ninguém
Isso foi por nada
Eu não queria ter que ir assim
Oh, fresta, fresta
O que que cê viu nessa?
Um homem solitário com a sua câmera
Ele espreita perto
Eu vi seus olhos pela madrugada
Talvez agora eu tenha uma razão pra eu acordar
Nem eu me entendo, eu não sou mais o mesmo
É impossível de eu viver com tanta dor
Eu vou provar que eu não sei ser só medo
Medo
Do espreitador
Fresta, fresta
O que que cê viu nessa?
(O que que cê viu nessa?)
Sua câmera
Oh, fresta, fresta
O que que cê viu nessa?
Um homem solitário com a sua
(Com a sua, com a sua, com a sua)
Oh, fresta, fresta
O que que cê viu nessa?
(O que que cê viu nessa?)
Sua câmera
Oh, fresta, fresta
O que que cê viu nessa?
Um homem solitário com a sua câmera
(Com a sua, com a sua, com a sua)
Espreitador - Daniel Hartmann (Orden Paranormal)
El precio por esta mansión es una broma
Increíble cómo la superstición de la gente
Los deja ciegos ante las oportunidades
Parece que la última vez que este lugar
Tuvo a alguien viviendo más de una semana fue en 1970
Después de eso, todos los que intentaron mudarse aquí
Cancelaron los contratos en menos de una semana
Alegando que la casa estaba poseída
No puede ser que se estén burlando de mí
Llevo dos días en esta casa
Después de haberla renovado
Terminé de instalarme
Para hacer las investigaciones en la casa
Vamos a ver si me va bien
Supuestamente los rumores
Dicen que está embrujada
Así que las historias deben ser ciertas
La única palabra que necesitas entender
Sin embargo, no es más que una palabra simulada
Capaz de abrir todas las puertas que toques
Puertas que deberían permanecer cerradas
¿Cómo puede algo que nunca nació ser amado?
Todo lo que tenía era el vacío en su existencia
Devora el amor de los demás para sentirse vivo
Esa es la verdadera cara de la carencia
Cuatro desaparecieron en la mansión
Sangre en tu mano
O mejor dicho, en tu hermano
Escucha la lágrima
Sobre el fotógrafo
La información es escasa
Tatuajes por todo su cuerpo
Y hombres invaden tu casa
Sus grabaciones muestran estados degradantes
Empeorando con cada grabación que escucho
Así que, te bautizo viajero
El devorador de rostros
Hay un hombre extraño caminando por la casa
Y ha pasado demasiado tiempo con tu madre
Habla con tu hermano en la madrugada
Y ahora también tiene malas intenciones
Fred, dime: ¿Por qué tus padres te golpean tanto
Si no eres tú quien derrama la sangre de animales?
Fred, ¿qué tal una idea para detener tu llanto?
Ahoga a tu madre
Decapita a tu padre
Oh, rendija, rendija
¿Qué viste en esa?
Un hombre solitario con su cámara
Él espía de cerca
Vi sus ojos en la madrugada
Quizás ahora tenga una razón para despertar
Ni yo me entiendo, ya no soy el mismo
Es imposible vivir con tanto dolor
Voy a demostrar que no sé ser solo miedo
Miedo
Del espreitador
Dedique demasiado tiempo a lo paranormal
Hice dinero con las historias
Y a través del miedo
Cada monstruo que creé se volvió real
Las personas murieron después de enfrentar la rendija
La mirada devora, consume y aún quiere más
Para compensar, haré lo correcto
¿Y si algo me pasa?
¿Tú también lo harás?
Olor a carne podrida
Estoy perdido, ni sé qué día es hoy
Tengo sangre en mis manos
¿Qué pasó anoche?
Apagones
No sé cómo lidiar con las visiones
La neblina crea caos y convulsiones
Recibo un mensaje
Un punto de encuentro y un pedido en un café
Quizás creo que ha llegado mi hora
Para poder redimirme de lo que hice
Y para recuperar mi alma de vuelta
Siento que me tragan las llamas
Cuerpos sin vida y un asesinato en la cámara
Lo vi
¿De qué sirve?
Otro rostro en el cuadro
Y el secuestro de los niños
¿Sirve de algo luchar?
Necesito encontrarlas
Si los profesores están involucrados
No puedo confiar
Un hombre extraño también es director de la escuela
Y causa en estos niños una pesadilla
En la biblioteca, escondida hay una puerta
Esos ojos siempre me espían y nunca los veo
En el sótano veo a los niños deformados
Mi mente no me ha facilitado las cosas
Si no pude salvar a nadie
¿Fue todo en vano?
No quería irme así
Oh, rendija, rendija
¿Qué viste en esa?
Un hombre solitario con su cámara
Él espía de cerca
Vi sus ojos en la madrugada
Quizás ahora tenga una razón para despertar
Ni yo me entiendo, ya no soy el mismo
Es imposible vivir con tanto dolor
Voy a demostrar que no sé ser solo miedo
Miedo
Del espreitador
Rendija, rendija
¿Qué viste en esa?
(¿Qué viste en esa?)
Tu cámara
Oh, rendija, rendija
¿Qué viste en esa?
Un hombre solitario con su
(Con su, con su, con su)
Oh, rendija, rendija
¿Qué viste en esa?
(¿Qué viste en esa?)
Tu cámara
Oh, rendija, rendija
¿Qué viste en esa?
Un hombre solitario con su cámara
(Con su, con su, con su)