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Santa Cecília

Aztecas Tupro

Santa cecilia

Mi memoria te busca y te busca,
siento tu precensia como si estuvieras acá
en esta noche pregunta sin más preguntas
y las respuestas que sé que no van a llegar.

Porque el pasado se aparece como presente
aunque sepamos que no vuelve mas
y en un delirio converso con vos frente a frente
y tu imagen se rompe contra mi realidad

La vida no ofrece ninguna seguridad,
no verás su cara, anda disfrazada.
Porque lo absurdo no tiene porque pasar,
pero a veces pasa, pero a veces pasa.

Santa Cecilia cuidá de nosotros,
y el que lleve el mensaje hasta otro lugar,
en mi retine estan impresos sus movimientos
que alejan hasta ahora el amargo y la sal.

En el presente llevo a los amigos
que nos reciben con manos abiertas y paz
en cada pueblo cantar la bandera
llena de colores oyen para nunca olvidar

La vida no ofrece ninguna seguridad,
no verás su cara, anda disfrazada.
Porque lo absurdo no tiene porque pasar,
pero a veces pasa, pero a veces pasa.

Santa Cecília

Minha memória te busca e te busca,
sinto sua presença como se você estivesse aqui
nesta noite pergunta sem mais perguntas
e as respostas que sei que não vão chegar.

Porque o passado aparece como presente
embora saibamos que não volta mais
e em um delírio converso com você frente a frente
e sua imagem se quebra contra minha realidade.

A vida não oferece nenhuma segurança,
você não verá seu rosto, está disfarçada.
Porque o absurdo não tem porque acontecer,
mas às vezes acontece, mas às vezes acontece.

Santa Cecília, cuida de nós,
e quem levar a mensagem para outro lugar,
na minha retina estão impressos seus movimentos
que afastam até agora o amargo e o sal.

No presente levo os amigos
que nos recebem com braços abertos e paz
em cada povo, cantar a bandeira
cheia de cores, ouvem para nunca esquecer.

A vida não oferece nenhuma segurança,
você não verá seu rosto, está disfarçada.
Porque o absurdo não tem porque acontecer,
mas às vezes acontece, mas às vezes acontece.

Composição: Aztecas Tupro