Twlight Of The Idols
The nights foul pleasures,
Etched in morning frost,
No speak of edens treasures,
Heavens throne has been begot.
Reclaimed by familiars,
Of every pounding whim,
While the midnight orgy-massacre,
Doth feast from thighs of seraphim,
'twixt the lunar eclipse,
And caress of her lips,
Animal instincts do surface in me,
For "from water to wine",
On her corpse i do dine,
For to waste such a beauty,
Would be travesty.
With my morbid seed,
I do proceed,
As celestial bodies align.....
For my actions beseech,
What the angels did preach,
Your holy now i do mime
Crepúsculo dos Ídolos
Os prazeres imundos da noite,
Gravados na geada da manhã,
Sem falar dos tesouros do Éden,
O trono dos céus foi gerado.
Reclamado pelos familiares,
De cada desejo pulsante,
Enquanto a orgia-massacre da meia-noite,
Se farta das coxas dos serafins,
Entre o eclipse lunar,
E o toque de seus lábios,
Instintos animais emergem em mim,
Pois "da água ao vinho",
Sobre seu corpo eu me alimento,
Pois desperdiçar tal beleza,
Seria uma tragédia.
Com minha semente mórbida,
Eu sigo em frente,
Enquanto os corpos celestiais se alinham.....
Pois minhas ações imploram,
O que os anjos pregaram,
Seu sagrado agora eu imito.