Cybernecia
Huye al ver la polvareda, teme que sea la última vez.
Si el huracán alcanza sus miserias lo llevará con él, adonde no
podrá volver. Hoy vos caés entre los brazos de él
y te sentís así inabrazable.
Crece el caudal, desata su venganza,
desbasta lo que ve. Cubre sus pies
lacustres en el fango
y arrastrado por el alud se fue diciéndose... Hoy vos caés
entre los pasos de él y te sentís así inabrazable.
Amenaza do serio en la avalancha, siente que va a perder.
Cinco puntas no lo convirtió en llama, no resistió la sed, su
simple ver fue doble ver. Hoy vos caés entre los brazos de él
y te sentís así inabrazable.
Cibernecia
Foge ao ver a poeira, teme que seja a última vez.
Se o furacão alcançar suas misérias, o levará com ele, pra onde não
poderá voltar. Hoje você cai nos braços dele
e se sente assim inabraçável.
Cresce a correnteza, solta sua vingança,
destrói tudo que vê. Cobre seus pés
lameados na lama
e arrastado pela avalanche se foi dizendo... Hoje você cai
nos passos dele e se sente assim inabraçável.
Ameaça de verdade na avalanche, sente que vai perder.
Cinco pontas não o transformaram em chama, não resistiu à sede, seu
simples ver foi um ver duplo. Hoje você cai nos braços dele
e se sente assim inabraçável.
Composição: A. Rodríguez