Egocripta
Aquí estoy...
en la ciudad donde flota la herrumbre
padeciendo la histeria de la historia
en el cadalzo de mi vanidad
¿Quién eres tu?
que le mostrás tu diente de oro a la gente
que confundiste a los más insolentes
que festejás de una manera especial
sos el espejo de mis vanidades
sos la mitad que se vuelve contra mí
alguien borroso, no pienso en nadie
a donde esmpiezo yo vos terminás
Oigo tu voz...
es el calvario de los hombres antiguos
que se retuercen confinados en sus tumbas
como el gusano en su crisálida
Te conozco bien...
gozaste en todos mis amargos renuncies
me prometiste alivio y me llevaste
a sucumbir el deseo de implotar
sos el espejo de mis vanidades
sos la mitad que se vuelve contra mí
alguien borroso, no pienso en nadie
a donde empiezo yo vos terminás
y me pregunto quién sos, quién sos, quién sos...
Egocripta
Aqui estou...
na cidade onde a ferrugem paira
sofrendo a histeria da história
no cadafalso da minha vaidade
Quem é você?
que mostra seu dente de ouro pra galera
que confundiu os mais insolentes
que comemora de um jeito especial
você é o espelho das minhas vaidades
você é a metade que se volta contra mim
alguém embaçado, não penso em ninguém
aonde eu começo, você termina
Ouço sua voz...
é o calvário dos homens antigos
que se retorcem confinados em suas tumbas
como a larva em sua crisálida
Te conheço bem...
se divertiu com todas as minhas amargas renúncias
me prometeu alívio e me levou
a sucumbir ao desejo de implodir
você é o espelho das minhas vaidades
você é a metade que se volta contra mim
alguém embaçado, não penso em ninguém
aonde eu começo, você termina
e me pergunto quem é você, quem é você, quem é você...
Composição: A. Rodríguez