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Ejaculação Pós-Mortal (Cover de Cannibal Corpse)

Backyard Burial

Post Mortal Ejaculation (Cannibal Corpse Cover)

Suffering my only need now is to hang
The rope does swing, hanging from the darkened ceiling
Strangling, dangling from my twisted spine
I knew i would enjoy death more than life
My lids close tight, but the light blinds my eyes
My body grows cold - my cock becomes erect

Watching over my dead shell, from beyond in my own hell
Caught between life and death, even though my body's dead
I still feel the touch of flesh
Given the choice to die or live dead
Purgatory my damnation
Climaxing at the resurrection
Adipocere spurts from my erection

Manifested in my rotted body
Unpure spirit, dead among mortals
I have risen from self-murder
Only to rot and kill
To break the necks of young women
Their cunts my pus will fill
Acid burning through her crotch
I baptise her face with my rot
Then venom foams from her throat
On my discharge she will choke

Pulsation, my heart begins to beat
Heaving, goiters start to secrete
Caustic odor, steaming gruel
Wallow in my infected drool

Swollen pusing gashes
Start to reek

Puncture wounds in the back
Hacked up limbs, bones now crack
Skin fillet from your face
Breasts gounged out
I fuck with your chest

Ejaculação Pós-Mortal (Cover de Cannibal Corpse)

Sofrendo, minha única necessidade agora é me enforcar
A corda balança, pendurada no teto escuro
Estrangulando, pendurado na minha coluna torta
Eu sabia que ia gostar mais da morte do que da vida
Minhas pálpebras se fecham bem, mas a luz cega meus olhos
Meu corpo esfria - meu pau fica ereto

Observando minha concha morta, de além no meu próprio inferno
Pegos entre a vida e a morte, mesmo que meu corpo esteja morto
Ainda sinto o toque da carne
Dada a escolha de morrer ou viver morto
Purgatório minha condenação
Climaxando na ressurreição
Adipocera jorra da minha ereção

Manifestado no meu corpo podre
Espírito impuro, morto entre os mortais
Eu ressurgi do auto-assassinato
Apenas para apodrecer e matar
Para quebrar os pescoços de jovens mulheres
Suas bucetas meu pus vai encher
Ácido queimando entre suas pernas
Eu batizo seu rosto com minha podridão
Então veneno espuma de sua garganta
No meu descarrego ela vai engasgar

Pulsação, meu coração começa a bater
Ofegante, bócios começam a secretar
Odor cáustico, mingau fumegante
Chafurdando na minha baba infectada

Feridas inchadas e purulentas
Começam a exalar

Furos nas costas
Membros cortados, ossos agora estalam
Pele desfiada do seu rosto
Seios estraçalhados
Eu transo com seu peito

Composição: