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Salvador de Cianeto

Baghead

Cynide Savior

I'm reborn through the ashes of time
Resolve to give up your life
Conform to lesser insight
A slave... till you realize there's nothing left

You're born to breed
You're nothing but a number
Tattooed unfit by unclear conscience
Defected rejected by unnatural selection
Reborn of rage to elimiate the system
Imprisoned raped by indecision
Detonate the messiah of broken dreams
Abandon your tolerance it's time to rise

Dead inside do you like being hollow
You live to see me die ignoring persistence
Only knowing resistance resistance
Salvation comes with a price

Descend as my own god
Lift me up to tear me down
In this dark empire fortitude is a virtue
Look above to the falling sky
If the sky opens up all rules are abandoned
No today no tomorrow only yesterday remains
A memory of sorrow
Lost
Forgotten
Empy
And hollow

The end of an hour the drop of a hammer, human self-destruction
I see the trial of man guilty verdict at hand, cut down and reflect
The anti-future plans all become part of the collective, sever the sinners
No individual's only machines the ends justify the means
I want to see, the world start to bleed

Cleansing of the whole race without a soul
Put back the pieces, of this unjust plan
This is the fucking end

Salvador de Cianeto

Renascido das cinzas do tempo
Decida abrir mão da sua vida
Conformar-se com uma visão menor
Um escravo... até perceber que não sobrou nada

Você nasceu pra procriar
Você não é nada além de um número
Tatuado, inadequado por uma consciência confusa
Defeituoso, rejeitado pela seleção não natural
Renascido da raiva pra eliminar o sistema
Imprisionado, estuprado pela indecisão
Detone o messias dos sonhos despedaçados
Abandone sua tolerância, é hora de se levantar

Morto por dentro, você gosta de ser vazio?
Você vive pra me ver morrer ignorando a persistência
Só conhecendo resistência, resistência
A salvação vem com um preço

Desça como meu próprio deus
Me levante pra me derrubar
Neste império sombrio, a fortaleza é uma virtude
Olhe pra cima, pro céu que cai
Se o céu se abrir, todas as regras são abandonadas
Sem hoje, sem amanhã, só o ontem permanece
Uma memória de tristeza
Perdido
Esquecido
Vazio
E oco

O fim de uma hora, a queda de um martelo, autodestruição humana
Vejo o julgamento do homem, veredicto de culpa à vista, cortado e refletido
Os planos anti-futuro se tornam parte do coletivo, corte os pecadores
Não há indivíduos, só máquinas, os fins justificam os meios
Quero ver o mundo começar a sangrar

Limpeza de toda a raça sem alma
Coloque de volta os pedaços, desse plano injusto
Este é o maldito fim

Composição: