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Tenho um problema (paparapá)

Bakair

Tengo un problema (paparapá)

Tengo un problema (paparapá)
Cada mañana
Me cruzo en la autopista
Con seres algo raros

Un rinoceronte con manicura en el cuerno
Vuela hacia Marte
Por el carril contrario

Noventa segundos bastarán
Pa’ determinar si me compensa
Pretender que nada de lo que imagino
Puede convertirse en realidad

Pongo alta la radio
Canta Pantoja algo de rock
No le pega nada
¡Ella es más de techno!

El Pollito Pío se jubiló en Torremolinos
Sale muy de noche
Vuelve haciendo eses

Noventa segundos bastarán
Pa’ determinar si me compensa
Pretender que nada de lo que imagino
Puede convertirse en realidad

Tengo un problema: Es cotidiano
Lo llaman rutina
Y me gusta condimentar lo a mi medida, ¡sí!
Oveja

Noventa segundos bastarán
Pa’ determinar si me compensa
Pretender que nada de lo que imagino
Puede convertirse en realidad

Tenho um problema (paparapá)

Tenho um problema (paparapá)
Toda manhã
Me deparo na estrada
Com seres meio estranhos

Um rinoceronte com manicure no chifre
Voa pra Marte
Na contramão

Noventa segundos vão bastar
Pra decidir se vale a pena
Fingir que nada do que imagino
Pode se tornar realidade

Coloco o som bem alto
A Pantoja canta um rock
Não combina em nada
Ela é mais de techno!

O Pollito Pío se aposentou em Torremolinos
Sai bem de noite
Volta fazendo zigue-zague

Noventa segundos vão bastar
Pra decidir se vale a pena
Fingir que nada do que imagino
Pode se tornar realidade

Tenho um problema: É cotidiano
Chamam de rotina
E eu gosto de temperar do meu jeito, sim!
Ovelha

Noventa segundos vão bastar
Pra decidir se vale a pena
Fingir que nada do que imagino
Pode se tornar realidade