Espinas (part. yzk4x3
Tratos y tretas
Pactos
Siluetas
Dime cuánto pagas cada que pecas
Ya no me espanta por más que lo intenta
Pero si me canta al oído el diablo tienta
Caer por inercia y subir por sustancias
Nunca compensó el peso en esa balanza
Disfrazando de inocencia ignorancias
Fue como enterré mis creencias entre ansias
Notas en esta asquerosa fragancia
Que en este morral solo cargo desgracias
Es por lo cual que hasta un tiro de gracia
Parece normal desde-desde mi arrogancia
Paseando en bases danzando entre espinas
Derramando sangre hasta por las bocinas
Me afecta más de lo que me arde y fascina
Descuida mis frases, también me lastiman
Descuida mis frases, también me lastiman
Paseando en bases, danzando entre espinas
Pa'-paseando en bases, danzando entre espinas
En la vitrina tengo tu cabeza a la misma mano
Y el pulgar del César apuntando abajo para dejar la huella
Conocía el ataco y me tendía la guerra
Aprendí del barrio y aprendí de aquellas
Que te dejan solo y que ya no te espera nadie
Queda a un lado cuando más te aferras
Esto te pone a prueba
No es para cualquiera
Se bajan del barco, no aguantaron el viaje
No aguantaron el hardcore, sé que te desesperas
Se marearon con charcos
Imagínate sobre este mar alterado
Yo me doy por enterado que lo que me sucedió
Siempre dejó enseñanzas
Le agradezco a mi pasado
Pues ya pasó lo culero
Algo bueno vendrá mañana
Una por el que morirá
Dos por la que no volverá
Tres porque ya no lloverá
Verás mi cuerpo en calavera
Una por el que morirá
Dos por la que no volverá
Tres porque ya no lloverá
Verás mi cuerpo en calavera
En calavera
En calavera
En calavera
El o sea esta en el ritmo
El yzk y el Balam en el micro
Aguascalientes, Guanajuato putos
Una por el que morirá
Dos por la que no volverá
Tres porque ya no lloverá
Verás mi cuerpo en calavera
Una por el que morirá
Dos por la que no volverá
Tres porque ya no lloverá
Veras mi cuerpo en calavera
Espinhos (part. yzk4x3
Tratos e trapaças
Pactos
Silhuetas
Me diz quanto você paga cada vez que peca
Já não me assusta, por mais que tente
Mas se o diabo canta no meu ouvido, ele me tenta
Cair por inércia e subir por substâncias
Nunca compensou o peso nessa balança
Disfarçando de inocência as ignorâncias
Foi assim que enterrei minhas crenças entre ansiedades
Notas nessa fragrância nojenta
Que nesse saco só carrego desgraças
É por isso que até um tiro de graça
Parece normal desde minha arrogância
Passeando nas bases, dançando entre espinhos
Derramando sangue até pelos alto-falantes
Me afeta mais do que me queima e fascina
Descuida minhas frases, também me machucam
Descuida minhas frases, também me machucam
Passeando nas bases, dançando entre espinhos
Pra-passeando nas bases, dançando entre espinhos
Na vitrine tenho sua cabeça na mesma mão
E o polegar de César apontando pra baixo pra deixar a marca
Conhecia o ataque e me preparava pra guerra
Aprendi com a quebrada e aprendi com aquelas
Que te deixam sozinho e que ninguém mais espera
Fica de lado quando mais você se apega
Isso te coloca à prova
Não é pra qualquer um
Desembarcam do barco, não aguentaram a viagem
Não aguentaram o hardcore, sei que você se desespera
Se marearam com poças
Imagina sobre esse mar agitado
Eu me dou por informado que o que me aconteceu
Sempre deixou ensinamentos
Agradeço ao meu passado
Pois já passou o que foi ruim
Algo bom virá amanhã
Uma pelo que vai morrer
Duas pela que não voltará
Três porque já não vai chover
Verá meu corpo em forma de caveira
Uma pelo que vai morrer
Duas pela que não voltará
Três porque já não vai chover
Verá meu corpo em forma de caveira
Em forma de caveira
Em forma de caveira
Em forma de caveira
Ele, ou seja, está no ritmo
O yzk e o Balam no microfone
Aguascalientes, Guanajuato, seus otários
Uma pelo que vai morrer
Duas pela que não voltará
Três porque já não vai chover
Verá meu corpo em forma de caveira
Uma pelo que vai morrer
Duas pela que não voltará
Três porque já não vai chover
Verá meu corpo em forma de caveira