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A Cheyenne do Ano

Banda El Recodo De Cruz Lizárraga

La Cheyenne Del Año

¡Ay, Mazatlán!
¡Cómo te extraño, puerto!

Se oyó rugir la Cheyenne
Por las tierras michoacanas
Negra y cristales ahumados
Por dos carros, vigilada
Del hombre que la maneja
Las leyes no saben nada

Se escuchan por ahí rumores
Que la Cheyenne es blindada
En Mazatlán, comentaron
Que venían desde Tijuana
Que llevaban un encargo
Al mero Guadalajara

La federal se pregunta
¿Quién es ese traficante
De la Cheyenne en el año
Siempre lo lleva al volante?
Dicen que es de Sinaloa
Pero el nombre no lo saben

Y a los amigos de Culiacán, Sinaloa
¡Duro, compita!

Por ahí, dicen los que saben
Que ya debe varias muertes
Entre ellos, un comandante
Y también varios agentes
Unos de la competencia
Y hasta dos o tres mujeres

Los hombres que lo acompañan
No tienen nombres ni apodos
Tienen su clave privada
Para llamarse entre todos
Se andan jugando la vida
Y si la pierden, ni modo

No sé si ahorita va o viene
No sé si viene o si va
Pero vieron la Cheyenne
Cerquita de Culiacán
Dejen de andarla buscando
En Tijuana, ya no está

A Cheyenne do Ano

Ai, Mazatlán!
Como sinto sua falta, meu porto!

Ouviram a Cheyenne rugir
Pelas terras de Michoacán
Preta e com vidros fumê
Vigiada por dois carros
Do homem que a dirige
As leis não sabem de nada

Escutam rumores por aí
De que a Cheyenne é blindada
Em Mazatlán, comentaram
Que vinham lá de Tijuana
Que levavam uma encomenda
Direto pra Guadalajara

A polícia federal se pergunta
Quem é esse traficante
Da Cheyenne do ano
Que sempre está ao volante?
Dizem que é de Sinaloa
Mas não sabem o nome dele

E para os amigos de Culiacán, Sinaloa
Manda ver, compadre!

Por aí, dizem os que sabem
Que ele já tem várias mortes no nome
Entre elas, um comandante
E também vários agentes
Uns da concorrência
E até duas ou três mulheres

Os homens que o acompanham
Não têm nomes nem apelidos
Eles têm seu código privado
Pra se chamarem entre si
Andam arriscando a vida
E se a perdem, fazer o quê?

Não sei se agora ele está vindo ou indo
Não sei se ele está vindo ou indo
Mas viram a Cheyenne
Pertinho de Culiacán
Parem de ficar procurando por ela
Não está mais em Tijuana

Composição: Julio Preciado