Rancherita pa' la Mamita
Virgencita yo te pido que me cures esta yaya
Y que me ayudes a llevar mi llanto y mi dolor
Mi mamita yo le rezo pa aguacharme entre sus piernas
Para encontrar en el camino el cuento de mis antiguos
Virgencita yo te imploro que resguardes mi tesoro
Yo te ofrezco madre a cambio flores de cartón
Guarda bien a mi mamita que solita me ha cuidado
Ella mucho no ha tenido pero todo me lo ha dado
No sé de donde soy y no se pa donde voy
A nadie le viene bien el olvido, sus hilos bordan mi sangre
No sé de donde soy y no se pa donde voy
A nadie le viene bien el olvido, sus hilos bordan mi sangre
Esa
Ay, ay, ay, ay, ay, ay
Virgencita yo te encargo que me libres de lo amargo
Que ese mal de ojos pardos me ha hecho maldición
Ay que mi guacho en la vereda a su padre aun espera
Y que no lloren sus ojitos pardos de pena malditos
No sé de donde soy y no se pa donde voy
A nadie le viene bien el olvido, sus hilos bordan mi sangre
No sé de donde soy y no se pa donde voy
A nadie le viene bien el olvido, sus hilos bordan mi sangre
Por los caminos, por los encuentros
Por los aciertos, por los errores
Por los dolores, por el amor
Por lo que somos, por lo que venga
Porque si, ¿por qué no?
No sé de donde soy y no se pa donde voy
A nadie le viene bien el olvido, sus hilos bordan mi sangre
A nadie le viene bien el olvido, sus hilos bordan mi sangre
Bordan mi sangre
Ay mamita
Rancherita pa 'la Mamita
Virgencita eu peço que você me abate este yaya
E me ajude a carregar meu choro e minha dor
Minha mãe, peço-lhe que afunda entre suas pernas
Para encontrar no caminho a história do meu antigo
Virgina Eu imploro que você proteja meu tesouro
Ofereço-lhe mãe em troca de flores de papelão
Mantenha minha mãe bem, ela sozinha cuidou de mim
Ela não teve muito, mas tudo o que ela me deu
Não sei onde estou e não sei aonde vou
Ninguém se encaixa no esquecimento, seus fios bordam meu sangue
Não sei onde estou e não sei aonde vou
Ninguém se encaixa no esquecimento, seus fios bordam meu sangue
Isso
Ay ay ay ay ay ay ay
Virgencita Eu cobro você a me libertar do amargo
Que esse mal de olhos castanhos me amaldiçoou
Ah, meu guacho na calçada de seu pai ainda está esperando
E não chore seus malditos olhos grizzly
Não sei onde estou e não sei aonde vou
Ninguém se encaixa no esquecimento, seus fios bordam meu sangue
Não sei onde estou e não sei aonde vou
Ninguém se encaixa no esquecimento, seus fios bordam meu sangue
Ao longo das estradas, encontros
Para os sucessos, pelos erros
Pelas dores, pelo amor
Por quem somos, para o que vem
Porque sim, por que não?
Não sei onde estou e não sei aonde vou
Ninguém se encaixa no esquecimento, seus fios bordam meu sangue
Ninguém se encaixa no esquecimento, seus fios bordam meu sangue
Eles bordam meu sangue
Oh mamãe