395px

Frio da Ausência

Banda Pelillos

Frío de Ausencia

La ví por última vez aquella tarde
cuando de alegría poco a poco se
alejaba y el pobre corazón melancólico
y cobarde al contemplar su rostro
fallaba sentí frío y era el frío de la ausencia
sentí miedo miedo del olvido.

Que penetraba en mi cuerpo su presencia
al sentirme ante ella confundido
adiós le dije estrechándola en mis
brazos adiós adiós.

Me iré ya por el camino de la vida
insierta dejando mi corazón en tu
regazo para que lo guardes como un
cariño insierto en el cofre ensefálico
viviendo en tu recuerdo mientras regreso
espero no haya muerto.

Siento frío y es el frío de la ausencia
siento miedo miedo del olvido pero
llevame a diario en tu recuerdo exigire
si para ti yo he muerto regresaré
a abrigarme con tu cuerpo mi bien
a ti.

Adiós le dije estrechándola en mis
brazos adiós adiós.

Frio da Ausência

A vi pela última vez naquela tarde
quando, aos poucos, a alegria se
afastava e o pobre coração melancólico
e covarde, ao contemplar seu rosto,
faliu. Senti frio e era o frio da ausência,
senti medo, medo do esquecimento.

Que penetrava em meu corpo sua presença
ao me sentir diante dela, confuso.
Adeus, eu disse, apertando-a em meus
braços. Adeus, adeus.

Vou seguir pelo caminho da vida
sem você, deixando meu coração em seu
colo, pra que você guarde como um
carinho guardado no cofre da mente,
vivendo em sua memória enquanto volto,
espero que não tenha morrido.

Sinto frio e é o frio da ausência,
sinto medo, medo do esquecimento, mas
me leve diariamente em sua memória, exigirei
se para você eu morri, voltarei
pra me aquecer com seu corpo, meu bem,
a você.

Adeus, eu disse, apertando-a em meus
braços. Adeus, adeus.

Composição: Galy Galeano