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Câncer

Bane Of Existence

Cankerous

Reliving old wounds once that healed.
Can't escape the memories once dormant in my mind.
As doubt settles in
I cannot rekindle my faith.
Unending despair I feel.
For I fear it's too late.

Can't explain what went wrong.
Fleeting hopes of sanity.
Frightened by my instilled thoughts.
Deranged
My mind won't set me free.

Engulfing fear.
Shadowed in grief.
Enduring this pain of disbelief.
Whispering chaos.
The end has begun.

Staring into the reflection of horror.
Death is a mask of pain unforeseen . . .
Vivid images of corruption and sorrow.
Humanity kills.
Innocence obscene.

Point of view became reality.
Sanity is but a mere shadow on the wall.
In a blink of an eye, lost mentality.
Corruption of our minds;
The black abyss of thought.

At war with my reality
Walls falling onto me.
The stranglehold of corruption grows.
Until it reaches the unbearable end.

Dead in my eyes.
Through my eyes you're dead.
The lies that I once believed
[Were] the last words that you said.
Now through my eyes you're dead
And dead you'll always be.
Using rage to escape
The binds of pain engulfing me.

Anger bleeding into my vision.
Fading fast before the incision.
Going in for the final kill.
Never ending.
I'm bleeding still.

Cannot live.
Cannot die.
Waiting and holding
Onto my final goodbye.

In the shallow plane of the conscious mind,
Reality fades
Losing faith with time.

In the inner soul of our cursed existence,
Emptiness . . .
Devoid of forgiveness.

We watch and we see and realize we don't care.
Oblivious to our own malignancy.
Too concerned with ourselves to ever take notice.
Void of expression
Now damned to be . . .

Cankerous

Câncer

Reviver velhas feridas que já cicatrizaram.
Não consigo escapar das memórias que estavam adormecidas na minha mente.
Enquanto a dúvida se instala
Não consigo reacender minha fé.
Um desespero sem fim eu sinto.
Pois temo que seja tarde demais.

Não consigo explicar o que deu errado.
Esperanças passageiras de sanidade.
Aterrorizado pelos pensamentos que me foram impostos.
Desvairado
Minha mente não me libertará.

Medo que me consome.
Sombreado pela dor.
Suportando essa dor de incredulidade.
Sussurrando caos.
O fim começou.

Olhando para o reflexo do horror.
A morte é uma máscara de dor imprevista . . .
Imagens vívidas de corrupção e tristeza.
A humanidade mata.
A inocência é obscena.

O ponto de vista se tornou realidade.
A sanidade é apenas uma sombra na parede.
Num piscar de olhos, a mentalidade perdida.
Corrupção das nossas mentes;
O abismo negro do pensamento.

Em guerra com minha realidade
Paredes caindo sobre mim.
O aperto da corrupção cresce.
Até que chegue ao fim insuportável.

Mortos nos meus olhos.
Através dos meus olhos você está morto.
As mentiras em que um dia acreditei
[Foram] as últimas palavras que você disse.
Agora, através dos meus olhos, você está morto
E morto sempre estará.
Usando a raiva para escapar
Das amarras da dor que me consome.

A raiva sangrando na minha visão.
Desvanecendo rápido antes da incisão.
Indo para o golpe final.
Sem fim.
Ainda estou sangrando.

Não posso viver.
Não posso morrer.
Esperando e segurando
Meu último adeus.

Na superfície rasa da mente consciente,
A realidade se desvanece
Perdendo a fé com o tempo.

Na alma interior da nossa existência amaldiçoada,
Vazio . . .
Desprovido de perdão.

Nós assistimos e vemos e percebemos que não nos importamos.
Alheios à nossa própria malignidade.
Preocupados demais conosco mesmos para notar.
Vazio de expressão
Agora condenados a ser . . .

Câncer.