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Suíte Para as Almas dos Nossos Inimigos (Parte I: Martelo e Foice)

Barnabas

Suite For The Souls Of Our Enemies (Part I: Hammer And Sickle)

Late at night I used to sit
Alone, for one last cigarette
Brooding over what's to come
What in God's name have we done?
Missiles springing up like weeds
Doomsday subs patrol the seas
East and west are poised to kill
While me and Igor pay the bill

The war machine will never stop
Dogs will fight until they drop
From Poland to Afghanistan
A menace to the common man
But what about the little men
Who have no recourse given them
It seems unlikely they're the ones
Whose fingers twitch on willing guns

Little man, my enemy
What makes you so much worse than me?
Could it be we're all the same
Small fry in a larger game
I believe the one to blame
Plans his schemes in bitter flames
Whose soldiers crushed the bourgeousie
To form their own plutocracy

Stalin, Trotsky, Marx and Lenin
Scorned the blessed hope from heaven
Pompous men with lofty schemes
They gnash their teeth with futile screams
But now their godless legacy
Has festered long across the sea
Implanted in the tender youth
They come to know the lie as truth

So Holy Father hear my cry
For untold millions doomed to die
Without You, when the rockets roar
Hurling them through satan's door

Late at night I sit and pray
Not always certain what to say
"Peace on earth, goodwill to men" ?
Or "crush them Lord, they're better dead"?

Suíte Para as Almas dos Nossos Inimigos (Parte I: Martelo e Foice)

Tarde da noite eu costumava sentar
Sozinho, para um último cigarro
Refletindo sobre o que está por vir
O que, pelo amor de Deus, fizemos?
Mísseis brotando como ervas daninhas
Submarinos do apocalipse patrulham os mares
Leste e oeste prontos para matar
Enquanto eu e Igor pagamos a conta

A máquina de guerra nunca vai parar
Cães vão lutar até cair
Da Polônia ao Afeganistão
Uma ameaça ao homem comum
Mas e os homens pequenos
Que não têm a quem recorrer?
Parece improvável que sejam eles
Cujos dedos tremem em armas dispostas

Homem pequeno, meu inimigo
O que te faz tão pior que eu?
Seria que somos todos iguais
Peixes pequenos em um jogo maior?
Acredito que o culpado
Planeja seus esquemas em chamas amargas
Cujo soldados esmagaram a burguesia
Para formar sua própria plutocracia

Stalin, Trotsky, Marx e Lênin
Desdenharam da esperança bendita do céu
Homens pomposos com planos grandiosos
Eles rangem os dentes com gritos fúteis
Mas agora seu legado sem Deus
Fermentou por muito tempo do outro lado do mar
Implantado na juventude inocente
Eles vêm a conhecer a mentira como verdade

Então, Santo Pai, ouça meu clamor
Por milhões sem conta condenados a morrer
Sem Você, quando os foguetes rugem
Arremessando-os pela porta de satanás

Tarde da noite eu sento e rezo
Nem sempre certo do que dizer
"Paz na terra, boa vontade aos homens"?
Ou "esmaga-os, Senhor, é melhor que estejam mortos"?

Composição: Karyn Klingensmith