Por salir corriendo
No digas que no,
no estás de espera en ninguna estación.
Andar de aquí para allá
calle mojada, cara sin nombre.
Los humillados, los desheredados
viven mejor después de muertos
por eso la sombra del cuervo
llama a su puerta con un solo dedo.
Aquel tipo raro defiende el miedo.
Así sin las reglas del juego
cuando está perdido el reto
puedes darte cuenta que nunca
se hace viejo ni cambia de cerebro.
Nadie evita la paliza
por saliendo corriendo.
Puedes pensar que es mentira,
todo ocurre lejos.
Nadie evita la paliza
por salir corriendo.
Puedes pensar que es mentira.
Una suela de zapato
es lo que hay un poco más abajo
y no te hace falta nada más.
Nadie evita la paliza
por salir corriendo.
Puedes pensar que es mentira.
Despiertate y despiertate, despiertate...
Por sair correndo
Não diga que não,
você não está esperando em nenhuma estação.
Andando de lá pra cá
rua molhada, cara sem nome.
Os humilhados, os deserdados
vivem melhor depois de mortos
por isso a sombra do corvo
bate à sua porta com um só dedo.
Aquele cara esquisito defende o medo.
Assim, sem as regras do jogo
quando o desafio tá perdido
você pode perceber que nunca
envelhece nem muda de cabeça.
Ninguém escapa da surra
por sair correndo.
Você pode achar que é mentira,
tudo acontece longe.
Ninguém escapa da surra
por sair correndo.
Você pode achar que é mentira.
Uma sola de sapato
é o que tem um pouco mais abaixo
e não precisa de mais nada.
Ninguém escapa da surra
por sair correndo.
Você pode achar que é mentira.
Acorda e acorda, acorda...
Composição: Enrique Armendariz Villareal / Fernando Coronado / Francisco Javier Hernandez