395px

O Meu Canto Livre

Lucio Battisti

Il Mio Canto Libero

In un mondo che
Non ci vuole più
Il mio canto libero sei tu
E l'immensità
Si apre intorno a noi
Al di là del limite
Degli occhi tuoi

Nasce il sentimento
Nasce in mezzo al pianto
E s'innalza altissimo e va
E vola sulle accuse della gente
A tutti i suoi retaggi indifferente
Sorretto da un anelito d'amore
Di vero amore

In un mondo che (pietre, un giorno case)
Prigioniero è (ricoperte dalle rose selvatiche)
Respiriamo liberi io e te (rivivono, ci chiamano)
E la verità (boschi abbandonati)
Si offre nuda a noi (perciò sopravvissuti, vergini)
E limpida è l'immagine (si aprono)
Ormai (ci abbracciano)

Nuove sensazioni
Giovani emozioni
Si esprimono purissime in noi
La veste dei fantasmi del passato
Cadendo lascia il quadro immacolato
E s'alza un vento tiepido d'amore
Di vero amore

E riscopro te
Dolce compagna che
Non sai domandare, ma sai
Che ovunque andrai
Al fianco tuo mi avrai
Se tu lo vuoi

Pietre, un giorno case
Ricoperte dalle rose selvatiche
Rivivono, ci chiamano
Boschi abbandonati
E perciò sopravvissuti vergini
Si aprono, ci abbracciano

In un mondo che
Prigioniero è
Respiriamo liberi
Io e te
E la verità
Si offre nuda a noi
E limpida è l'immagine ormai

Nuove sensazioni
Giovani emozioni
Si esprimono purissime in noi
La veste dei fantasmi del passato
Cadendo lascia il quadro immacolato
E s'alza un vento tiepido d'amore
Di vero amore

E riscopro te

O Meu Canto Livre

Em um mundo que
Não nos quer mais
Meu canto livre és tu
E a imensidão
Se abre ao nosso redor
Além do limite
Dos teus olhos

Nasce o sentimento
Nasce em meio ao pranto
E se eleva altíssimo e vai
E voa sobre as acusações das pessoas
Indiferente a todos os seus legados
Sustentado por um anseio de amor
De verdadeiro amor

Em um mundo que (pedras, um dia casas)
É prisioneiro (cobertas por rosas selvagens)
Respiramos livres, eu e você (revivem, nos chamam)
E a verdade (bosques abandonados)
Se oferece nua a nós (por isso sobreviventes, virgens)
E límpida é a imagem (se abrem)
Agora (nos abraçam)

Novas sensações
Jovens emoções
Se expressam puríssimas em nós
A veste dos fantasmas do passado
Caindo deixa o quadro imaculado
E se ergue um vento tépido de amor
De verdadeiro amor

E redescubro você
Doce companheira que
Não sabe pedir, mas sabe
Que onde quer que vá
Ao seu lado me terá
Se você quiser

Pedras, um dia casas
Cobertas por rosas selvagens
Revivem, nos chamam
Bosques abandonados
E por isso sobreviventes, virgens
Se abrem, nos abraçam

Em um mundo que
É prisioneiro
Respiramos livres
Eu e você
E a verdade
Se oferece nua a nós
E límpida é a imagem agora

Novas sensações
Jovens emoções
Se expressam puríssimas em nós
A veste dos fantasmas do passado
Caindo deixa o quadro imaculado
E se ergue um vento tépido de amor
De verdadeiro amor

E redescubro você

Composição: Mogol / Lucio Battisti