Lakes Of Pontchartrain
It was on one fine March morning
I bid New Orleans adieu.
And I was on the road to Jackson town,
my fortune to renew,
I cursed all foreign money,
no credit could I gain,
Which filled my heart with longing for
the lakes of Pontchartrain.
I sat on board a railway car,
beneath the morning sun,
and I road the roads till evening,
and I laid me down again,
All strangers there no friends to me,
till a dark girl towards me came,
And I fell in love with a Creole girl,
by the lakes of Pontchartrain.
I said, "My pretty Creole girl,
my money here's no good,
But if it weren't for the alligators,
I would sleep out in the woods".
"You're welcome here kind stranger,
our house is very plain.
But we never turn a stranger out,
From the lakes of Pontchartrain."
She took me into her momma's house,
and treated me right well,
The hair upon her shoulder
in jet black ringlets fell.
To try and paint her beauty,
I'm sure it would be in vain,
So handsome was my Creole girl,
By the lakes of Pontchartrain.
I asked her would she'd marry me,
she said it could never be,
For she had got another,
and he was of at sea.
She said that she would wait for him
and faithful she would remain.
Waiting for her sailor,
By the lakes of Pontchartrain.
So fare you well my Bonny ol girl,
I never will see you no more,
I wont forget your kindness
in the cottage by the shore.
at every social gathering
a flowing glass I'll raise,
And I'll drink a health to my Creole girl,
And the lakes of Pontchartrain
Lagos de Pontchartrain
Foi numa bela manhã de março
que me despedi de Nova Orleans.
E eu estava a caminho da cidade de Jackson,
minha sorte a renovar,
Eu xinguei todo dinheiro estrangeiro,
nenhum crédito eu consegui,
O que encheu meu coração de saudade
pelos lagos de Pontchartrain.
Eu sentei em um vagão de trem,
debaixo do sol da manhã,
e viajei pelas estradas até a noite,
e deitei novamente,
Eram todos estranhos, sem amigos pra mim,
fins que uma garota morena se aproximou,
e eu me apaixonei por uma garota crioula,
pelos lagos de Pontchartrain.
Eu disse: "Minha linda garota crioula,
meu dinheiro aqui não vale nada,
Mas se não fossem os jacarés,
eu dormiria na mata".
"Você é bem-vindo aqui, estranho gentil,
nossa casa é bem simples.
Mas nunca expulsamos um estranho,
Dos lagos de Pontchartrain."
Ela me levou para a casa da mãe dela,
e me tratou muito bem,
o cabelo em seus ombros
caiu em cachos negros.
Tentar descrever sua beleza,
com certeza seria em vão,
Tão linda era minha garota crioula,
Pelos lagos de Pontchartrain.
Eu perguntei se ela casaria comigo,
e ela disse que nunca poderia ser,
Pois ela tinha outro,
e ele estava no mar.
Ela disse que esperaria por ele
e fiel ela permaneceria.
Esperando por seu marinheiro,
Pelos lagos de Pontchartrain.
Então, adeus, minha linda garota,
eu nunca mais te verei,
eu não esquecerei sua bondade
na cabana à beira-mar.
Em cada reunião social
eu levantarei um copo,
e vou brindar à minha garota crioula,
e aos lagos de Pontchartrain.