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Iniquidade Transcendental

Beheaded

Transcendental Iniquity

Dwelling in a cold world of emptiness
Cursed to live in everlasting bitterness
Predestined existence that fails to maintain
Its radiance lost through ageing years of pain
Raging hatred flourishing disgrace
Odious retribution bestowed upon this race
Seerful images describe a dying earth
Unbegun lifes damned since their birth
An amorphous creature gnawing at a declining sanity
Forcing our minds into a revolting abnormality
Ambiguously enshrouded in transcendental iniquity
Devouring scarred lifes emerging from a sick reality
A god forsaken existence debauched in grim corruption
Eating its way towards a compelling dissolution
Dipping our fingers in a scar that shall never heal
Watching it widen as the worms within it reveals
All that's left is a life drained of its significance
Paralysed with hatred and undisputed ignorance
A hopeless race indulging in sick abhorrence
Drowning in seas of eternal sufferance

[Solo : David]

As time eats at our last breaths within this dying world
We struggle on this plaintive journey till we meet our death
And with us all achievements shall be laid to rest
To eternally rot, with nothing we shall leave this insane earth

[Repeat verses 3 & 4]
[Repeat last 2 verses]

Iniquidade Transcendental

Habitando em um mundo frio de vazio
Maldito para viver em uma amargura eterna
Existência predestinada que não consegue se manter
Sua radiação perdida através dos anos de dor
Ódio em fúria florescendo em desgraça
Retribuição odiosa imposta a esta raça
Imagens proféticas descrevem uma terra morrendo
Vidas não iniciadas condenadas desde seu nascimento
Uma criatura amorfa roendo uma sanidade em declínio
Forçando nossas mentes a uma anormalidade revoltante
Ambiguamente envolto em iniquidade transcendental
Devorando vidas marcadas que emergem de uma realidade doente
Uma existência abandonada por Deus, corrompida e sombria
Comendo seu caminho em direção a uma dissolução irresistível
Mergulhando nossos dedos em uma cicatriz que nunca vai curar
Assistindo-a se alargar enquanto os vermes dentro dela se revelam
Tudo que resta é uma vida drenada de seu significado
Paralisada pelo ódio e pela ignorância indiscutível
Uma raça sem esperança se entregando a um desprezo doentio
Afogando-se em mares de sofrimento eterno

[Solo : David]

Enquanto o tempo consome nossos últimos suspiros neste mundo moribundo
Lutamos nesta jornada lamentável até encontrarmos a morte
E com nós, todas as conquistas serão enterradas
Para apodrecer eternamente, sem nada deixaremos nesta terra insana

[Repetir versos 3 e 4]
[Repetir últimos 2 versos]

Composição: