Vaults of Ageless Pain
Winds howl across this desert called man
Their arid nature wither the scope for dreams
Artistry annulled from this soreful land
Staring into the eyes of stone soaked with tears
Granules blown apart and scattered in time
Sands embedded in sands - hour after hour
Melodies ring out the pain from oceans of grime
Sufferage fed into the prey awaiting its devourer
Brotherhood ceased its existence
Warmth inversed into chilling abhorrence
Adversities forged the path of hate
The senseless truth that failed its intent
Benevolence laid waste across this creation
Silence lacerates through walls of deliration
Within the folding depths roams the sore
Descending the eerie pathways of this horrid bane
Inured by time and drowned in odious lore
Helplessly lapsing into vaults of ageless pain
Ravaged by the bloodlust that reigns supreme
Congenital apathy imposed sentiment denial
Mentally maimed, begging for reprisal
Echoing bitterness rips inside this
Desolate dream
Brotherhood ceased its existence
Warmth inversed into chilling abhorrence
Adversities forged the path of hate
The senseless truth that failed its intent
Benevolence laid waste across this creation
Silence lacerates through walls of deliration
Winds howl across this desert called man
Their arid nature wither the scope for dreams
Artistry annulled from this soreful land
Staring into the eyes of stone soaked with tears
Granules blown apart and scattered in time
Sands embedded in sands - hour after hour
Melodies ring out the pain from oceans of grime
Sufferage fed into the prey awaiting its devourer
Câmaras de Dor Eterna
Os ventos uivam por este deserto chamado homem
Sua natureza árida murcha o espaço para sonhos
A arte anulada nesta terra dolorida
Olhando nos olhos de pedra encharcados de lágrimas
Grânulos soprados e espalhados no tempo
Areias embutidas em areias - hora após hora
Melodias ecoam a dor de oceanos de sujeira
Sofrimento alimentado na presa aguardando seu devorador
A irmandade cessou sua existência
O calor se inverteu em um frio abominável
As adversidades forjaram o caminho do ódio
A verdade sem sentido que falhou em sua intenção
A benevolência devastou esta criação
O silêncio lacerava através das paredes da deliração
Dentro das profundezas dobradas vagueia a dor
Descendo pelos caminhos sombrios deste horrendo fardo
Acostumado pelo tempo e afogado em histórias odiosas
Desesperadamente caindo nas câmaras de dor eterna
Devastado pela sede de sangue que reina suprema
A apatia congênita impôs a negação do sentimento
Mentalmente mutilado, implorando por vingança
A amargura ecoante rasga por dentro deste
Sonho desolado
A irmandade cessou sua existência
O calor se inverteu em um frio abominável
As adversidades forjaram o caminho do ódio
A verdade sem sentido que falhou em sua intenção
A benevolência devastou esta criação
O silêncio lacerava através das paredes da deliração
Os ventos uivam por este deserto chamado homem
Sua natureza árida murcha o espaço para sonhos
A arte anulada nesta terra dolorida
Olhando nos olhos de pedra encharcados de lágrimas
Grânulos soprados e espalhados no tempo
Areias embutidas em areias - hora após hora
Melodias ecoam a dor de oceanos de sujeira
Sofrimento alimentado na presa aguardando seu devorador