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Quando a Maré Baixa (Remix DT Billardo) (part. Mariana Treviño, Diana Bovio & Regina Blandón)

Belinda

Cuando Baja La Marea (DT Billardo Remix) (part. Mariana Treviño, Diana Bovio & Regina Blandón)

Aire, en esta lenta tarde de verano
Tu recuerdo es una foto gris
Que las horas van difuminando
Qué difícil dibujar tus rasgos
Medio día después de partir

Aire, si tus ojos eran higos negros
Si los dientes gajos de limón
No recuerdo el arco de tus cejas
Ni siquiera puedo hablar apenas
De otra cosa que no sea tu olor

La mente cuando baja la marea
Por puro instinto de conservación
Intenta cauterizar cada huella
Que deja atrás el paso del amor

La mente cuando baja la marea
Mostrando la estructura del dolor
Activa un mecanismo de defensa
Para que no se ahogue el corazón

Aire
Me falta el aire
En esta lenta tarde de verano
No logro describirte
Tu recuerdo es una foto gris
Apenas perfilada
Que las horas van difuminando
No, no, no, no

Aire
Intento dibujar
Tus rasgos, pero casi ya no puedo
Por mucho que lo intento
Qué difícil es reconocer
Con todo lo que amamos
Que no has dejado apenas huella

La mente cuando baja la marea
Por puro instinto de conservación
Intenta cauterizar cada huella
Que deja atrás el paso del amor

La mente cuando baja la marea
Mostrando la estructura del dolor
Activa un mecanismo de defensa
Para que no se ahogue el corazón

Aire, ahoga cuando baja la marea
Y el naufragio ya es total
Qué pena

Quando a Maré Baixa (Remix DT Billardo) (part. Mariana Treviño, Diana Bovio & Regina Blandón)

Ar, nesta lenta tarde de verão
Sua lembrança é uma foto cinza
Que as horas vão desbotando
Que difícil é desenhar seus traços
Meio dia depois de partir

Ar, se seus olhos eram figos pretos
Se os dentes eram gomos de limão
Não lembro do arco das suas sobrancelhas
Nem consigo falar quase
De outra coisa que não seja seu cheiro

A mente quando a maré baixa
Por puro instinto de sobrevivência
Tenta cauterizar cada marca
Que o amor deixa pra trás

A mente quando a maré baixa
Mostrando a estrutura da dor
Ativa um mecanismo de defesa
Pra que o coração não se afogue

Ar
Falta-me o ar
Nesta lenta tarde de verão
Não consigo te descrever
Sua lembrança é uma foto cinza
Apenas contornada
Que as horas vão desbotando
Não, não, não, não

Ar
Tento desenhar
Seus traços, mas quase não consigo
Por mais que eu tente
Que difícil é reconhecer
Com tudo que amamos
Que você quase não deixou marcas

A mente quando a maré baixa
Por puro instinto de sobrevivência
Tenta cauterizar cada marca
Que o amor deixa pra trás

A mente quando a maré baixa
Mostrando a estrutura da dor
Ativa um mecanismo de defesa
Pra que o coração não se afogue

Ar, afoga quando a maré baixa
E o naufrágio já é total
Que pena